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"Comprei essa camisa bonita. E olha que como cruzeirense, não posso nem ouvir falar de Atlético."

Ricardo Trade, chefe executivo de operações do COL, brinca ao mostrar a camisa que comprou do Atlético Paranaense durante o evento-teste da Arena.

Nem Copa do Mundo nem Brasileirão, amistoso internacional ou Copa do Brasil. A Arena será oficialmente reinaugurada com vários eventos não esportivos e somente depois da instalação do teto retrátil. O anúncio foi feito ontem, pelo presidente Mario Celso Petraglia. Só não há ainda data. Parte do material para a estrutura vem do exterior e precisa ser liberada no Porto de Paranaguá. A partir da chegada do material, há um prazo de 30 dias para instalação.

Ajustes

O Atlético mandará os quatro últimos jogos da punição pela briga de Joinville para fazer os reparos finais na Arena. As partidas serão disputadas com portões fechados.

Amor antigo

Ao ser informado de que o Cruzeiro estava sendo eliminado da Libertadores, o CEO do COL, Ricardo Trade, disse esperar que o "Dagogol" salvassse o time. "Dagogol nada. Dagonalha", brincou Petraglia, lembrando a longa batalha judicial com Dagoberto quando ele jogava no Atlético. Ao lembrar que estava cercado de jornalistas, o dirigente pôs a mão na boca. "Cala-te boca", disse.

Padrão Fifa

O gramado da Arena passou, ontem, pelo primeiro teste efetivo – a do jogo com o J. Malucelli foi trocada. Embora vários tufos tenham soltado, o que exigiu uma rápida operação tapa-buraco no intervalo, o terreno foi aprovado pelos jogadores. "É um gramado bem diferente do que normalmente se usa no Brasil. Gramado padrão Fifa, o jogo fica um pouco mais rápido, mais vivo", afirmou Renato Augusto, do Corinthians.

Invasão consentida

A torcida do Atlético ganhou no peito parte do setor Buenos Aires Inferior. Quatro torcedores ultrapassaram o isolamento feito por voluntários. A organização achou melhor liberar a área, próxima à bandeirinha de escanteio, a pedir que os torcedores voltassem para trás do limite original. A área foi ocupada pela torcida Fanáticos.

Vaia para Petraglia

Miguel Ángel Portugal foi o alvo preferido da torcida do Atlético, mas também teve crítica para o presidente Mario Celso Petraglia (à esq. na foto, com o ex-jogador do clube Jackson). O nome do dirigente foi vaiado por parte do público ao ser anunciado pelo sistema de som do estádio, no intervalo.

Centro de controle

Proibida para o público, a Praça Afonso Botelho virou quartel-general da operação de segurança do jogo-teste. Ali estavam as duas principais novidades da polícia paranaense para o trabalho da Copa: o ônibus-delegacia da Polícia Civil (com espaço até para uma cela) e um dos dois caminhões de monitoramento da Polícia Militar, que custou R$ 5 milhões.

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