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A África do Sul mostrou, no primeiro dia da Copa do Mundo, que não é preciso muito se­­gredo para organizar um evento como esse. Os jogos do Grupo A foram disputados em estádios belíssimos. A Jabulani rolou sem problemas para arquibancadas cheias. Co­­meçou o maior espetáculo da Terra.

As vuvuzelas deram o tom da festa. Foram sopradas incansavelmente pelos torcedores. Vimos futebol de Copa. Times sem grande entrosamento, e jogos de muitos erros e pouca inspiração. África do Sul, Mé­­­xico, França e Uruguai apresentaram características de meros coadjuvantes. Não devem ir longe.

Com 32 seleções, os grandes jogos ficarão para a segunda fase. Os grupos tem uma divisão clara. Um favorito, uma segunda força, uma candidata a zebra e um turista. Como a base de todos os países, inclusive o nosso, é feita por jogadores que atuam na Europa, a maioria chega ao mundial longe das condições físicas ideais. Assim, vemos atletas se arrastando em campo.

Hoje estreiam Inglaterra e Argentina. São duas seleções com status de favoritas. Vale conferir a primeira partida de Maradona como treinador em jogo de Copa. É apenas o segundo dia. Olhando por outro ân­­gulo, já foram dois jogos (dois empates e dois golzinhos), só faltam mais 62...

Personagem: Henry

Responsável pela classificação fraudulenta da França contra a Irlanda na repescagem europeia, entrou no segundo tempo e foi ovacionado pela torcida francesa.

A frase

"Não tem frustração nenhuma. Evidente que quero ganhar jogos. Podíamos ter vencido", analisou o brasileiro Carlos Al­­berto Parreira, técnico da Áfri­­ca do Sul, sobre o empate com o México.

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