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O capitão Jéci abriu o placar na emblemática vitória  contra o Figueirense. Na comemoração, a pedido do filho de 4 anos, o zagueiro comemorou mordendo o escudo do clube | Valterci Santos/Gazeta do Povo
O capitão Jéci abriu o placar na emblemática vitória contra o Figueirense. Na comemoração, a pedido do filho de 4 anos, o zagueiro comemorou mordendo o escudo do clube| Foto: Valterci Santos/Gazeta do Povo
  • Gafe catarinense - Uma gafe do portal ClicRBS incendiou ainda mais o vestiário coxa-branca antes do jogo de ontem. O portal catarinense divulgou um conteúdo comemorativo referente à volta do Figueirense para a Série A com a manchete:
  • Confira a ficha técnica do jogo Coritiba x Figueirense

Os jogadores do Coritiba fizeram a festa de campeão antes mesmo da confirmação matemática. Ao bater o Figueirense por 2 a 1, a equipe entrou no clima de euforia da torcida e festejou de uma vez só o acesso à Série A e o iminente título.

Duas horas após a contagiante celebração no Couto Pereira, o Bahia entrou em campo para encarar a Portuguesa. Era preciso um empate do time nordestino para a conquista ser sacramentada na frieza dos números. Não deu para esperar.

Até o técnico Ney Franco, costumeiramente reservado, explodiu em comemoração, nos braços da torcida que o homenageou com uma faixa com os dizeres "Obrigado e boa sorte". Ainda faltam dois jogos para que ele se despeça do clube, mas a partir de agora, a condução do trabalho é em outro clima. "É muita felicidade. Sensação do dever cumprido. A gente apagou aquela imagem da última temporada", disse o treinador.

À noite, os jogadores, dirigentes e comissão técnica foram a um bar da cidade festejar e assistir ao jogo em Salvador pela televisão. Com a licença de quem cumpriu uma missão espinhosa, passando pelo rebaixamento traumático, pela punição do STJD e, principalmente, pelos adversários com sobras.

"Merecido. Nossa equipe vem bem há algum tempo. Sabemos que é difícil, nós demos a vida pelo clube. Para o Coritiba não restava outra saída, a não ser voltar à Primeira Divisão", desabafou o zagueiro Pereira.

Emocionados, os coxas-brancas se abraçavam entre depoimentos entusiasmados. "Tomara que as coisas continuem assim na nossa gestão", comemorava Ernesto Pedroso Jr. Ele, ao lado de Vilson Ribeiro de Andrade e José Fernando Macedo, comandou uma revolução no futebol do clube após a queda.

As mudanças foram significativas muito mais na estrutura do que no time, que, do elenco do dia 6 de dezembro do ano passado (1 a 1 com o Fluminense), manteve Edson Bastos, Ângelo, Pereira, Marcos Aurélio, Leandro Donizete, o técnico Ney Franco e o capitão Jéci.

"Conseguimos montar uma família aqui. A gente roeu o osso, matou um leão por dia depois de tudo que passamos. Superamos tudo", disse Jéci, que abriu o placar ontem. Ainda na etapa inicial, Rafinha ampliou e Reinaldo descontou para os visitantes. No segundo tempo, o Coxa apenas segurou o placar sob os aplausos dos quase 25 mil fãs.

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Gazeta Esportiva especial traz a cobertura completa da festa alviverde no Couto Pereira.

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