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Atlético

Crise caseira atinge futuro rubro-negro

Dos nove jogos que faltam ao Atlético no Brasileiro, seis são em Curitiba, cinco na Arena da Baixada. Para ficar definitivamente livre do rebaixamento, o Furacão terá de reverter al­­go que tem incomodado a torcida ultimamente: conseguir jogar bem e vencer em casa.

A primeira chance será contra o Santo André, rival direto na luta contra a degola, no domingo. Depois, além do clássico contra o Coritiba, no Couto Pereira, o Furacão também não precisará viajar contra Santos, Goiás, Cruzeiro e Botafogo.

"O Atlético sempre foi muito forte na Arena. Com esse número de jogos em casa, vamos resgatar isso e buscaremos algo a mais no campeonato", afirma o volante Rafael Mi­­randa, referindo-se a uma classificação para a inexpressiva Copa Sul-Americana.

Nas última vezes em que foi mandante, além de não jogar bem, o Furacão também quase não fez gols. Só no 1 a 0 diante do Sport é que balançou a rede. Frente a Flamengo, Grêmio e Botafogo (pela Sul-Americana), ficou no 0 a 0 e pouco incomodou os goleiros adversários.

O esquema priorizando a defesa montado pelo técnico Antônio Lopes irritou especialmente no confronto com os gremistas. Contra o Santo André, a garantia é de mais ofensividade – o treinador está testando sua equipe com três atacantes: Wesley, Wal­­lyson e Alex Mineiro.

"Já coloquei em pauta com os jogadores. Vencer esse jogo é fundamental para atingirmos nosso objetivo", diz o De­­legado.

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