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Copa do Brasil

“É obrigação”

Sob pressão, Atlético encara o Rio Branco-AC na Arena. Presidente exige a classificação. Histórico do clube no torneio não ajuda

Marcos Malucelli, presidente do Atlético, observa o trabalho do téscnico Geninho: para dirigente time tem a obrigação de vencer hoje o Rio Branco-AC | Ivonaldo Alexandre/ Gazeta do Povo
Marcos Malucelli, presidente do Atlético, observa o trabalho do téscnico Geninho: para dirigente time tem a obrigação de vencer hoje o Rio Branco-AC (Foto: Ivonaldo Alexandre/ Gazeta do Povo)
Veja a retrospectiva do Atlético na Copa do Brasil |

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Veja a retrospectiva do Atlético na Copa do Brasil

Muitas decepções na Copa do Bra­­sil, principalmente jogando em casa. Esse é o retrospecto do Atlético que os jogadores rubro-negros tentarão reverter hoje, às 19h30, contra o Rio Branco-AC, na Arena. Precisando vencer para se classificar à segunda fase, o Furacão terá o desafio de não ruir a meta do presidente Marcos Malucelli de chegar a uma final "de porte" neste ano.

Mas a história atleticana no torneio nacional não traz boas lembranças – a ponto de o time treinar cobranças de pênaltis ontem. Das 14 vezes que participou da competição, o máximo que o clube conseguiu foi chegar às quartas de final, cinco vezes. Mas o que chama mais a atenção são as eliminações inesperadas, como para o Corinthians-AL, em 2008.

Quem também estava em uma derrota para o Corinthians, mas o paulista, que tirou o Furacão do torneio nacional em 2001, é o volante Kléberson. Mesmo dez anos de­­pois, o jogador – que novamente hoje deve ser improvisado na ala direita – não apagou da memória a eliminação na Baixada, após a derrota por 1 a 0.

"É difícil esquecer. [Lembro] mais do apito final do árbitro, foi uma frustração grande para nós e para os torcedores. Nós queríamos dar o máximo para eles. E dentro de casa ser eliminado não é nada bom. Mas são lições que tiramos para que isso não volte a acontecer", disse ele.

Lições que Geninho também aprendeu, só que em 2009. O treinador estava no comando do time em outro revés para o Alvinegro paulista, quando aparentava que o Furacão conseguiria a classificação sem dificuldades.

"A lição que nós podemos tirar daquele jogo é que estávamos com 3 a 0 e não podemos de ma­­neira nenhuma permitir que o adversário na sua casa faça dois gols. Se nós tívessemos levado aquele 3 a 0 [para São Paulo], o Corinthians nunca teria virado", lamentou o técnico. Com o 3 a 2 no Joaquim Américo, a vaga escapou sem dificuldades no duelo de volta, no Pacaembu (2 a 0).

Além desses resultados, outros marcaram negativamente o torcedor, como a queda ante o Volta Redonda (RJ) em 2006, para o Sport em 2003 e novamente para o Corinthians, em 1997. "Nós temos de evitar [o vexame]. Quando se é eliminado de uma competição dessas logo no começo gera um prejuízo muito grande", ressaltou o experiente Kléberson.

Para o presidente Marcos Malucelli, que aposta muito notorneio, um insucesso nem é cogitado. "É obrigação vencer", decretou o dirigente.

Ao vivo

Atlético x Rio Branco-AC, às 19h30, na Rádio 98 FM (98,9) e no tempo real da Gazeta do Povo.

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