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A gota d’água para o presidente do Novo Mundo acabar com a equipe adulta de futebol feminino foi o Paranaense deste ano. Se­­gun­­do o dirigente, o prazo de inscrição foi desrespeitado e o Foz do Iguaçu acabou entrando na disputa, fi­­cando com o título e a vaga na Taça Brasil – es­­treou quinta-feira ba­­ten­­­do o Guaíba (RS) por 5 a 0.

A equipe da fronteira pertence a uma empresa paulista e conta com patrocínios irreais para a realidade local. Os salários das jogadoras giram em torno de R$ 4 mil e o clube não teve dificuldades para ven­­cer o quadrangular – entre ju­­nho e julho – com No­­vo Mundo, Jaborá (de São José dos Pinhais) e Vasco da Gama (de Curitiba). "Montaram uma seleção. O Foz só veio para cá porque sabia da possibilidade de conseguir a vaga facilmente. Ficou complicado de competir", lamentou Moacir Czeck, presidente do Novo Mundo.

Czeck já foi um dos principais aliados do presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Hélio Cury. Em 2008, propôs a extensão do mandato dele por causa da Co­­pa de 2014. "Não sei se faria de novo. Não estou satisfeito, mas não vou criticá-lo. Se tiver de falar algo será pessoalmente", avisa.

As principais críticas do Novo Mundo recaem sobre o departa­­men­­to de futebol feminino da en­­tidade. "É o mesmo diretor (Leô­­nidas Dias) que faz a Copa Kaiser (de futebol masculino amador) com mais de 60 equipes. Como não consegue organizar no feminino?" Hélio Cury e Leônidas Dias não atenderam as ligações para co­­mentar o assunto. (RL)

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