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Velocidade

Etapa brasileira dá o bi a italiano

Antonio Cairoli conta com a sorte e reação inacreditável para comemorar seu segundo título seguido na maior categoria do motocross mundial

  • PorMarcio Reinecken, enviado especial
  • 22/08/2010 21:14
Largada da etapa de Campo Grande de MX1, a principal categoria do motocross mundial, teve  um show de recuperação do italiano Antonio Cairoli | Luiz Pires/Vipcomm
Largada da etapa de Campo Grande de MX1, a principal categoria do motocross mundial, teve um show de recuperação do italiano Antonio Cairoli| Foto: Luiz Pires/Vipcomm

O tempo da segunda bateria já havia se esgotado, praticamente acabando com as chances do líder Antonio Cairoli (KTM) conquistar o título da MX1 no GP Bra­­sil de Motocross. O piloto italiano fez um final de primeira ba­­teria da categoria máxima do motocross mundial impressionante. Faltando cinco voltas, con­­seguiu ganhar três posições, tirando mais de 15 segundos de diferença do segundo colocado.

Na última prova, contudo, duelou pelos 30 minutos com Cle­­ment Desalle (Suzuki), sem o mesmo sucesso. O belga segurou a posição e no final abriu bons segundos na dianteira. Mas para o bicampeonato da competição internacional (é o atual campeão) também é preciso contar com a sorte. E, sem explicação aparente, o protótipo do líder da prova simplesmente apagou, fa­­zendo a alegria do torcedor sul-mato-grossense.

Cairoli venceu. Marcou 47 pon­­­­tos na etapa brasileira, so­­mou 578 na classificação do Mun­­dial e se sagrou bicampeão. Com 107 pontos a mais do que o belga, mesmo com as duas etapas restantes, não poderá ser mais al­­cançado. No total restam quatro baterias, mas apenas 100 pontos em disputa. "É muito bom ganhar no Brasil. A pista é boa e o povo é muito caloroso", disse Cairoli que em 2005 e 2007 também conquistou o título na MX2.

A sorte que sobrou ao italiano faltou aos brasileiros, em es­­pecial aos curitibanos. Os dois pilotos paranaenses na disputa ti­­veram problemas. Na MX1, Leandro Silva (Honda) não completou nenhuma bateria. Ao me­­nos ele poderá voltar com a marca de ter sido o único brasileiro a estar entre os dez nas pro­­vas de ontem. Foi o sétimo no início da primeira bateria, o oitavo no começo da segunda. Mas, com uma distensão na co­­xa, abandonou em ambas.

Já na MX2, Jean Silva (Honda) se machucou nos treinos de sá­­bado e nem largou ontem. O vencedor da categoria foi o alemão Ken Roczen (Suzuki) que, ao vencer as duas baterias, adiou o título do francês Mar­­vim Musquin (KTM) – ontem, o segundo; na tabela, ainda o lí­­der.

A diferença entre os brasileiros e europeus é tão grande que, nas duas categorias, nenhum piloto nacional chegou entre os dez primeiros. Na MX1 o melhor colocado foi o mineiro Antônio Balbi Júnior, que até pouco tempo morava nos Estados Unidos. Ele terminou na 11.ª posição. Na MX2, o catarinense Cristo­­pher Castro (Yamaha) foi o 13.º.

"Ano passado briguei com europeus de igual para igual, deixei três ou quatro europeus pa­­ra trás, mas nesse ano fiquei distante. Fui só o melhor latino. Não dá para construir um castelo em uma semana", disse Balbi, que voltava de lesão.

Se os adultos do estado não con­­seguiram boas colocações, ao menos pode se ter otimismo para o futuro. Na categoria de 10 a 15 anos, criada pela Honda neste Mundial, o vencedor foi o curitibano Endrews Armstrong.

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