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O futebol realmente comete injustiças. A frase é batida, mas não deixa de refletir a verdade. O goleiro Flávio simboliza bem um desses casos de pouco reconhecimento. Titular da defesa menos vazada do Brasileiro – ao lado do Internacional com 48 gols sofridos – o Pantera ficou de fora das duas principais seleções dos melhores do campeonato. Tanto a revista Placar quanto o júri formado por jornalistas, jogadores, técnicos e personalidades escalado pela CBF ignoraram solenemente o Pantera. O camisa 1 do Paraná perdeu para Fábio Costa (Corinthians), Harley (Goiás) e Rogério Ceni (São Paulo) na opinião dos especialistas.

A ausência, porém, não incomoda o arqueiro. Valorizado no clube, Flávio quer apenas terminar bem o campeonato para garantir um bom contrato no ano que vem. Com duas propostas para deixar a Vila Capanema (mantém em sigilo o nome dos interessados), o Pantera esquiva-se quando perguntado sobre renovação. "Não me considero injustiçado. Quero apenas terminar como o goleiro menos vazado do país. Esse sim será o meu título. O resto a gente conversa depois", diz.

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