A Vila Capanema é a casa do Paraná. Mas nos últimos tempos o Atlético tem acumulado motivos de sobra para também chamar o estádio de seu. Antes mesmo de o Tricolor usar o complexo neste ano, o Furacão já havia transformado o local em teto temporário para a disputa do Paranaense, da Copa do Brasil e de uma partida da Série B. A breve passagem como "time da casa" no Rebouças rendeu bons frutos: nove vitórias, três empates e nenhuma derrota.
Aliás, a campanha do Rubro-Negro antes de se mudar para Paranaguá coincidiu com o melhor momento do time no ano, conquistando o primeiro turno e chegando à final do Estadual.
Mais que isso, no histórico de confronto na Vila, o Atlético leva ampla vantagem. Entre 2001 e 2011, os rivais se enfrentaram em 11 vezes no Durival Britto, com o Tricolor vencendo apenas uma vez, na final do Supercampeonato de 2002. No resto, dois empates e oito triunfos rubro-negros.
Apesar do bom retrospecto, o técnico Ricardo Drubscky prefere a cautela. "Os dados estatísticos servem para escrever as histórias das competições, dos clubes, dos jogadores e dos treinadores. Mas sei que isso não vale muito na hora do jogo. O time que não ficar atento nos 90 minutos está sujeito a quebrar qualquer estatística que exista", comentou.
Ecoestádio
O Atlético enviou ontem à CBF um ofício indicando o Ecoestádio para o jogo contra o Boa, no dia 4 de setembro. As vistorias estão programadas para a segunda-feira para que a praça esportiva seja liberada pelos Bombeiros. A montagem das arquibancadas tubulares deve terminar até amanhã.



