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Série B

Matemática exige salto rubro-negro

Prognóstico da classificação mostra que Atlético precisa aumentar seu aproveitamento de 57,3 para 66,6% em 13 rodadas

Com 13 rodadas para o final da Segundona, o Atlético ainda não conseguiu consolidar uma presença real entre os quatro primeiros que garantem o acesso – chegou a entrar no G4 na rodada passada, mas foi jogado para a 5.ª posição após a derrota para o Goiás. Por isso, apesar de estar perto do objetivo, o clube começa a fazer as contas para descobrir o que falta para materializar o retorno à elite.

Com 43 pontos, o Furacão vai precisar melhorar o rendimento: de 57,3% para 66,6%. Com os concorrentes diretos do G4 com um aproveitamento acima do registrado historicamente na Série B, o time comandado por Ricardo Drubscky não pode abrir mão de chegar pelo menos aos 69 pontos.

Ou seja, a missão é conquistar oito vitórias e dois empates, o que significa uma campanha semelhante a do vice-líder Criciúma.

O cálculo é baseado no desempenho do 4.º colocado, São Caetano, que tem 61,3% dos pontos. Se for levado em consideração o rendimentos dos classificados nas seis últimas edições da competição, quando passou a ser disputada por pontos corridos, a tarefa rubro-negra é menos indigesta: seis vitórias e um empate para chegar aos 62 pontos, média tradicional do acesso à Primeira Divisão.

O trunfo do Rubro-Negro é que lhe restam os chamados "jogos de seis pontos", com confrontos diretos com Vitória (1.º), Criciúma (2.º) e São Caetano (4.º). Porém, essas três partidas com os principais concorrentes serão realizadas fora de casa.

Além disso, o Atlético não tem se dado bem quando enfrenta as equipes do topo. Dos cinco confrontos que teve com os times do G4, só conseguiu quatro de 15 pontos possíveis.

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