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Bruno Silva e Luiz Alberto compõem o sistema defensivo atleticano | Daniel Castellano / Gazeta do Povo
Bruno Silva e Luiz Alberto compõem o sistema defensivo atleticano| Foto: Daniel Castellano / Gazeta do Povo

Se o ataque do Atlético já provou ser eficaz na temporada, chegou a hora de a defesa responder à altura. O rendimento de Weverton, Manoel, Luiz Alberto e companhia hoje, às 21h50, contra o Palmeiras, na Vila Capanema, pode ser o diferencial entre a classificação às quartas de final da Copa do Brasil pelo terceiro ano consecutivo e a quarta eliminação do torneio pelas mãos do algoz paulista.

Como foi derrotado pelo placar mínimo na partida de ida, na semana passada, em São Paulo, o Furacão precisa vencer por dois gols de diferença para bater o Porco de maneira direta. Enquanto um triunfo rubro-negro por 1 a 0 leva a decisão para a cobrança de pênaltis, qualquer empate favorece o adversário.

Sofrer gol e vencer (2 a 1, 3 a 2 ou 4 a 3, por exemplo) também significa dar adeus à competição – situação que ressalta a importância do setor defensivo hoje.

Os números da zaga atleticana, que já foi a mais vazada do Brasileiro, melhoraram visivelmente desde a chegada de Vagner Mancini. Sob o comando do treinador, o time sofreu, ao todo, dez gols em 12 partidas, resultando em média de 0,8 gol/jogo.

Para efeito de comparação, na Era Ricardo Drubscky a equipe foi vazada 16 vezes em dez duelos. A média de 1,6 gol/jogo é o dobro da atual.

Para Mancini, o padrão ideal de atuação foi visto justamente no último domingo, diante do Botafogo, em casa, pelo Nacional. Não por acaso, a vitória (2 a 0) que colocou o clube no G4 pela primeira vez foi uma das raras seis oportunidades em que a defesa saiu invicta em 2013. Um placar que, se repetido, basta para o Atlético seguir vivo no mata-mata.

"É o que espero [uma atuação como a da última rodada], com dedicação, determinação e entrega. Sempre que temos um time equilibrado conseguimos marcar bem e, consequentemente, chegar bem à frente também", projeta o treinador, que não terá desfalques para montar a linha defensiva.

O goleiro Weverton será protegido pelos zagueiros Manoel e Luiz Alberto, além dos laterais Léo e Pedro Botelho, que também cumprem importante papel ofensivo.

Os volantes João Paulo e Zezinho serão os responsáveis pela maior parte da marcação no meio de campo, auxiliados por Paulo Baier e Everton – Bruno Silva não joga porque não está inscrito na competição.

Mas a marcação começa mesmo no campo ofensivo, com os atacantes Éderson e Dellatorre. "Temos de continuar com essa pegada, pressionando. Essa é a força do Atlético", reforça o experiente zagueiro Luiz Alberto, 35 anos, que tem no currículo o título da Copa do Brasil de 2007, pelo Fluminense. "Precisamos ganhar por dois gols de diferença. Temos de saber jogar dentro de casa em função disso", completa o defensor.

Ao vivo

Atlético x Palmeiras, às 21h50, na RPC TV e no SporTV 3

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