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“Para não ser atleticano na família, só se for agregado”, diz neto de Joaquim Américo

Claro Américo Guimarães revela orgulho por todas as fases do estádio que leva o nome do avô – apesar dos poucos elevadores

Claro Américo Guimarães: Atlético no peito, no sangue e na parede do escritório. | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Claro Américo Guimarães: Atlético no peito, no sangue e na parede do escritório. (Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo)

Atleticano pelo sangue e pelo CEP, o advogado Claro Américo Guimarães Sobrinho tem compromisso marcado neste domingo (21). Ir ao estádio que carrega o nome do avô, Joaquim Américo Guimarães, empurrar o Atlético do seu coração no clássico contra o Coritiba. Não só ele, mas toda a família, atleticana de nascença.

“A influência dele é muito grande. Não há nenhum descendente direto que não seja atleticano. Para torcer para outro time na família, só se for agregado”, brincou o advogado de 60 anos.

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O sentimento de muitos rubro-negros pelo estádio, para ele é ainda mais intenso. “A Baixada é a extensão da minha casa”, afirma com propriedade.

O apego é mais com a tradição da fundação do que com a estrutura em si. Tanto que ele defende cada intervenção feita do estádio. Apesar de não ter gostado do espaço que ocupa na versão padrão Fifa.

“Antes tínhamos quatro elevadores. Agora só temos um. Piorou. Precisamos encarar muitas escadas”, comentou. Nada que o impeça de mais um programa ‘caseiro’ neste domingo.

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