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Árbitro Rafael Claus virou protagonista na partida entre Coritiba e Fluminense. | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Árbitro Rafael Claus virou protagonista na partida entre Coritiba e Fluminense.| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

O Coritiba fará um pente-fino nas câmeras de segurança do Couto Pereira para descobrir se houve mesmo o arremesso de moedas no gramado do estádio no intervalo da polêmica partida contra o Fluminense,nesse domingo (23), conforme relatou o árbitro Rafael Claus na súmula. A diretoria alviverde reclamou muito da atuação do juiz no jogo e já prepara uma reclamação por escrito à CBF.

“Hoje [segunda] pela manhã, na reunião do G5, combinamos que as câmeras que cobrem todos os lugares do estádio serão minuciosamente revistas para saber e identificar quem jogou alguma moeda, se é que jogou”, afirma o vice-presidente do Coxa, Alceni Guerra.

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Segundo o dirigente, as moedas não foram entregues como prova ao supervisor da partida como normalmente acontece no caso de objetivos jogados dentro do campo.

Claus afirma que os objetos foram atirados em direção à arbitragem.

“Ele colocou na súmula que ninguém foi atingido. Como é que sabia que era moeda então?”, questiona Guerra.

A arbitragem de Claus tomou os holofotes após a expulsão do atacante Kléber, no fim do primeiro tempo do duelo. No lance, o juiz marcou falta do camisa 83 em Wellington e depois aplicou cartão vermelho direto. A justificativa foi um suposto xingamento, tese negada veementemente pelo Gladiador, que garante que tinha se dirigido ao volante João Paulo.

O gerente de futebol do Coritiba, Alex Brasil, chegou a entrar em campo para pressionar o árbitro no intervalo. Segundo ele, não foi a primeira vez que o time do Alto da Glória sofreu nas mãos de Claus.

“Como vocês todos sabem, esse mesmo árbitro em uma partida no ano passado, contra o Internacional, deixou de marcar um pênalti claríssimo para nós”, falou o dirigente.

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