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Você relutou em assu­­mir o Coritiba neste momento, com o time brigando para não ser rebaixado?

Quando o Vilson [Ribeiro de Andrade, presidente do clube] veio falar comigo, me solicitar para o cargo, ele perguntou se aceitaria e respondi que era uma obrigação minha. Era obrigação aceitar o pedido e fazer com bastante dedicação e vontade. Primeiro pela história que tenho como jogador e também porque estou tão sentido quanto o torcedor coxa-branca por estarmos na zona de rebaixamento.

Esperava que essa transição de jogador para técnico fosse tão rápida?

Não esperava. Quero deixar claro para todos o que falei para o Vilson, de que para esse momento eu estou muito seguro de estar à frente do Coritiba. Mas para o projeto principal do ano que vem, não tenho intenção nenhuma, não estou preparado. Não tenho a intenção de ser treinador em tão curto prazo. São três jogos que a parte tática não influencia tanto.

Mas não se preocupa em ser um ídolo e poder cair no comando do Coritiba?

Não estou preocupado se isso pode deixar minha imagem mais obscura perante o torcedor. O que quero é representar a nação junto com os jogadores, que merecem uma coisa melhor para o currículo.

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