Com a perda de R$ 900 mil ‘do dia para a noite’, a Federação Paranaense de Futebol (FPF) abriu três frentes de trabalho para negociar os naming rights do Estadual de 2015. A montadora Chevrolet, patrocinadora nas últimas duas edições, confirmou na segunda-feira que não vai mais investir no campeonato. Desde então, a busca por um novo patrocínio máster virou prioridade.

"A perda nos pegou de surpresa, não só a mim como a outras 22 federações. Mas temos conversações bem adiantadas com três empresas e provavelmente conseguiremos resolver com uma delas", afirmou o presidente da FPF, Hélio Cury.

A expectativa é conseguir capitalizar um valor semelhante ao que era pago pela montadora. Mesmo que não consiga fechar um novo acordo, a Federação se comprometeu a manter os clubes isentos da taxa de arbitragem na primeira fase, algo que já aconteceu nas três divisões paranaenses neste ano. Em média, o custo do trio de arbitragem varia de R$ 3 mil a R$ 5 mil, dependendo do ranqueamento dos juizes.

"Os clubes entenderam que a FPF tem três cartas na manga e deve apresentar uma delas nos próximos dias. Acredito que o orçamento das equipes não deve mudar", comentou o presidente do Foz do Iguaçu, Arif Osman. Terceiro colocado na Segunda Divisão, o time do Oeste herdou a vaga do Arapongas, que se licenciou e desistiu de disputar o campeonato por dificuldades financeiras.

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