
Com o técnico Pachequinho pressionado, o Coritiba encara o Atlético-MG nesta segunda-feira (18), às 20h, no Independência, em busca de sua primeira vitória fora de casa na Série A. Até agora, são dois empates e quatro derrotas longe do Couto Pereira. A campanha forasteira ruim colabora para a posição do time na tabela. Os jogos deste domingo (17) jogaram o Alviverde novamente para a ZR.
TABELA: Veja como está a classificação da Série A
Prestes a completar seu décimo jogo sob o comando interino da equipe, Pachequinho tem 40,7% de aproveitamento, com apenas duas vitórias, cinco empates e duas derrotas.
A grande deficiência está no setor ofensivo. Desde que o treinador assumiu o comando técnico, o ataque anotou nove gols. Mas nas últimas quatro partidas, apenas uma bola vazou a rede adversária – o atacante Kazim marcou o gol da vitória no clássico contra o Atlético.
“Em determinados momentos a ansiedade, principalmente nas finalizações, acaba atrapalhando. Em todos os jogos nós temos criado e tendo oportunidade de marcar gols. Quando é o adversário, parece que a bola entra e com a gente não”, tenta justificar Pachequinho.
FICHA TÉCNICA: veja como entrarão em campo Atlético-MG e Coritiba
CURTA a página Coritiba Campeão do Povo no Facebook
A seca ofusca a invencibilidade de cinco partidas do Alviverde, já que o time conquistou apenas uma vitória e empatou os outros quatro jogos.
O volante Alan Santos admite que a falta da bola na rede perturba o elenco. “Incomoda sim. Ninguém quer sair do jogo empatando ou perdendo. Para nós vencermos, precisamos fazer o gol. Está faltando o gol”, reitera o camisa 5.
Garantido até o final do primeiro turno pela diretoria, quando o presidente Rogério Bacellar vai decretar seu destino, Pachequinho terá dois jogos seguidos fora de casa para provar o poderio de fogo de seu ataque. Além do Galo, viaja até o Recife para encarar o Santa Cruz, no próxima sábado (23).
“Nossa meta é vencer fora. Mas temos que pensar jogo a jogo. Não adianta recuar que o adversário vai vir para cima. Temos que respeitar, mas também temos que se impor e atacar com responsabilidade. Eu não vou mudar a característica do time”, cobra o técnico.



