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Jogadores do Nova Orleans levantam a taça da Suburbana | Hugo Harada / Gazeta do Povo
Jogadores do Nova Orleans levantam a taça da Suburbana| Foto: Hugo Harada / Gazeta do Povo

Na Vila Capanema, a festa foi verde. Foi sofrido, mas nos pênaltis, o Nova Orleans venceu o Operário Pilarzinho por 4 a 3, após empate em 1 a 1 no tempo normal, levantando o título da Suburbana. Bitoca abriu o marcador para o Operário, enquanto Giovani igualou para o Orleans, ainda na etapa inicial. É a segunda conquista da equipe no torneio - havia vencido também em 1994.

Nas duas partidas anteriores da decisão, o visitante levou a melhor: o Pilarzinho venceu o primeiro jogo por 1 a 0, enquanto o Orleans fez 3 a 0 no segundo embate. Com isso, foi necessário um duelo de desempate, marcado pela FPF para a Vila Capanema, estádio tido como mais adequado pelas duas equipes.

As duas torcidas compareceram em peso, com destaque para os sinalizadores e a bateria da organizada do Pilarzinho. Clima de rivalidade na Vila Capanema.

A partida começou como uma decisão de Suburbana deve ser, disputada. Nos primeiros minutos, o Pilarzinho foi para o ataque, mas as primeiras chances foram do Nova Orleans: aos quatro, Juliano chutou para fora, e no minuto seguinte, o goleiro Jura, do Operário, foi exigido e fez grande defesa.

Aos 18, o Orleans levou perigo pela esquerda, mas o contragolpe do Pilarzinho foi fatal. Pênalti para o Operário e, na cobrança, Bitoca mostrou categoria e tirou a bola do goleiro. Aos 20 minutos do primeiro tempo, placar aberto na Vila Capanema e festa dos torcedores do Pilarzinho.

A partida caminhava para o intervalo e a vantagem do Pilarzinho parecia garantida, mas uma falha de sua zaga mudou a história. Após jogada de Juliano, o defensor furou e a bola acabou para Giovani, que não perdoou e enfim conseguiu bater Jura. 1 a 1 no marcador e dessa forma os times foram para os vestiários.

Na segunda etapa, cada equipe fez uma alteração, e o primeiro lance de perigo foi uma cobrança de falta de Bitoca, que acertou a trave de Rogério. Depois da finalização do Operário, o duelo esfriou, apesar da festa das torcidas. Aos 13, Juliano finalizou para defesa de Jura, e a defesa afastou.

Aos 34, o lateral Rodrigo, que havia entrado no segundo tempo, cometeu falta em chance clara de gol e acabou expulso. Com um homem a menos, o Pilarzinho passou a resistir à pressão do Orleans. O Operário acabou tendo mais um vermelho aos 47, com Thiago Oliveira indo mais cedo para o chuveiro.

Mesmo com nove no gramado, o empate permaneceu, e foi o placar do apito final. A decisão foi para os pênaltis.

Na marca da cal, tudo começou bem para o Orleans, que converteu suas primeiras duas penalidades, com Juliano e Alan, enquanto Bitoca (travessão) e Molão (Rogério defendeu) desperdiçaram suas chances. Mas o Pilarzinho mostrou poder de reação, e o goleiro Jura pegou as batidas de Buiú e Tonton, enquanto Robson, Thomas e Thiago Batista converteram. Com 3 a 3 nas cobranças normais, foi necessária uma batida extra.

Vinicius converteu para o Nova Orleans, mas Thiago Gbur parou nas mãos de Rogério. Com duas defesas, o goleiro foi o grande herói na segunda conquista do Orleans. A festa na Vila Capanema foi alviverde.

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