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Série B

Contra o Avaí, Paraná quer estancar declínio de rendimento

Com apenas o 12º aproveitamento no returno, Tricolor espera melhorar desempenho hoje diante de novo concorrente ao G4

Dado Cavalcanti conversa com Reinaldo. Atacante volta ao time contra o Avaí | Felipe Rosa / Tribuna
Dado Cavalcanti conversa com Reinaldo. Atacante volta ao time contra o Avaí (Foto: Felipe Rosa / Tribuna)
Alex e Neverton durante o treino do Paraná, interrompido por causa da tempestade de ontem |

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Alex e Neverton durante o treino do Paraná, interrompido por causa da tempestade de ontem

Terceiro colocado ao término do primeiro turno, o Paraná busca hoje, contra o Avaí, às 21h50, na Vila Capanema, estancar o declínio acentuado de aproveitamento no returno. Após sete das 19 rodadas complementares, o Tricolor tem apenas o 12.º melhor desempenho entre os 20 clubes.

A "gordura" acumulada ao longo da disputa mantém os paranistas no G4, na terceira posição, com 45 pontos. Mas a escalada rumo à elite do Brasileiro passou a ser ameaçada, com a aproximação dos concorrentes.

Entre eles, está o time catarinense, que voltou a ser um concorrente. Com duas vitórias e um empate nas três rodadas anteriores, o Avaí tem 41 pontos e está em sexto, atrás do Joinville, com 42, em quinto.

"O jogo vai ser uma gue­rra", afirma o zagueiro Brinner. "Tivemos uma derrota para o América-MG (1 a 0), jogamos abaixo do normal. Mas tenho certeza de que amanhã [hoje] será diferente. Só depende de nós", complementa o também zagueiro Anderson.

Até agora, foram sete compromissos no segundo turno – três fora e quatro no Durival Britto – com três vitórias e quatro derrotas, dez gols marcados e sete sofridos. Um aproveitamento de 42,8% dos pontos.

Todos os atuais postulantes às quatro vagas obtiveram um desempenho superior no período: Palmeiras (80,9%), Chapecoense (50%), Sport (57,1%), Joinville (52,3%) e Avaí (52,3%), de acordo com a ordem na tabela na classificação.

"Várias equipes oscila­ram. Se você pegar o Pal­meiras, se pegar a Chape­coense, eles oscilaram também. O segundo turno é sempre mais complicado, pois todos os times já têm um objetivo no campeonato, pensando em subir ou não ser rebaixado", analisa Anderson.

Instabilidade que preocupa Dado Cavalcanti. No entanto, segundo o treinador, o momento é de manter a tranquilidade. "Precisamos nos preocupar no que sabemos fazer. Não existe desespero, pelo contrário. Quem está desesperado é quem precisa urgentemente de vitórias para chegar no G4. Temos de manter o nosso ambiente", diz.

Apesar disso, o técnico admite a imposição pela vitória diante do Avaí. "É claro que existe a pressão. Ninguém espera perder dentro de seus domínios. Mas não vou colocar mais pilha do que existe".

Nas próximas duas rodadas, o Tricolor terá compromissos longe de Curitiba. Na terça-feira, pega o América-RN, às 21h50. Depois, sábado, enfrenta o Ceará, às 16h20.

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