Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Paranaense

Derrota no Litoral deixa má impressão em ‘1.º teste’ paranista

Cumprindo tabela, Tricolor abre com derrota o projeto de ajustes da equipe para a Série B e a Copa do Brasil

Ídolo alviverde marca aos 46 e pede licença aos colegas para abraçar Marquinhos Santos | Heuler Andrey/ AGIF/ Folhapress
Ídolo alviverde marca aos 46 e pede licença aos colegas para abraçar Marquinhos Santos (Foto: Heuler Andrey/ AGIF/ Folhapress)

O projeto Série B começou mal para o Paraná. No jogo eleito como largada da preparação final para o torneio nacional, Toninho Cecílio viu seus testes na escalação não surtirem efeito e seu time sucumbir em um gramado horrível, capaz de fazer inveja à Vila Capanema. A derrota por 2 a 0 para o Rio Branco, no Gigante do Itiberê, resumiu uma jornada em que quase nada deu certo para o Tricolor, sétimo colocado do returno, com nove pontos. O Leão está um ponto e uma posição abaixo. No geral é o nono, com 18 – três acima do rebaixável Paranavaí.

A exibição de ontem teve poucos aspectos positivos. Sem poder contar com Reinaldo, Ricardo Conceição e Zé Luís, o treinador ainda poupou Anderson e Lúcio Flávio. Quem entrou ficou devendo. Borges saiu no intervalo, João Antônio até foi bem, mas deu a casquinha que permitiu a Rodrigo Jesus marcar o primeiro gol, Rubinho perdeu um pênalti e Dudu fez alguns dos inúmeros chuveirinhos que acabaram nas mãos do goleiro Rodrigo Café. "A gente tem de olhar para a Copa do Brasil. É só jogo decisivo e esses jogadores [que entraram] precisam estar minimamente em ritmo de jogo", justificou Toninho.

No entanto, o próprio treinador admitiu que o material que tem em mãos é insuficiente para levar o clube de volta à Série A. Disse que está sendo feito o melhor dentro dos padrões financeiros oferecidos, mas admitiu que o Paraná precisará de mais consistência.

"Antes de falar em renovação, precisamos corrigir algumas diretrizes na montagem do elenco", pediu. A permanência de Cecílio não é questão fechada. A direção está satisfeita com o trabalho, mas não abriu negociação. Pretende fazer isso mais perto do fim do contrato, em 20/5. "Vamos observar o desempenho e os resultados no Paranaense e na Copa do Brasil antes de fechar posição. O mesmo vale para o Toninho, que pode receber proposta", afirmou à Gazeta o superintendente de futebol, Celso Bittencourt.

A incerteza não abala o treinador. "Assumo os erros que cometi. Se tiver de trabalhar até o último dia sem renovar, lido bem com isso, não fico ansioso, é muito tempo de futebol. Vou aguardar a manifestação da diretoria", argumentou o treinador, que terá mais um teste no próximo domingo, contra o J. Malucelli, antes da estreia na Copa do Brasil, contra o São Bernardo (10/4), fora de casa.

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.