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Itamar foi campeão paranaense pelo Operário | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Itamar foi campeão paranaense pelo Operário| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Apesar de ter seu nome especulado como próximo treinador do Paraná, o técnico Itamar Schülle, campeão paranaense pelo Operário e que deixou o comando do Fantasma na nesta sexta-feira (23), disse que não recebeu convite do Tricolor.

Segundo o técnico, nenhuma das cinco propostas que recebeu – três antes de deixar o time de Ponta Grossa e duas após o término do contrato – veio de clubes de Curitiba.

“Talvez alguém possa ter citado meu nome, mas não recebi proposta nenhuma. Estou aguardando ainda para decidir sobre meu futuro”, disse o comandante 48 anos. A diretoria do Tricolor, que ainda não definiu o substituto do interino Fernando Miguel, também nega propostas por Itamar.

Embora a família do catarinense quisesse alguns dias de descanso, Itamar prometeu para a próxima terça-feira (27) dar uma resposta para cada clube que o procurou.

“Recebi vários contatos, mas não decidi nada ainda. A saída foi muito recente. Vou conversar com a minha comissão e aí então responder a todos que fizeram propostas”, afirmou.

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O adeus de Schülle foi anunciada em uma entrevista coletiva com presença de todos os dirigentes do Operário. Mesmo de saída, o técnico deixa o Germano Krüger muito prestigiado – e com razão.

Logo após o Paranaense, o comandante recebeu propostas de times da Segunda Divisão, mas não aceitou para seguir com o projeto no Operário. Ele conduziu o clube até as quartas de final da Série D e ficou a um confronto da vaga na Terceirona, já que foi eliminado pelo Remo.

O destino do treinador campeão paranaense de 2015 terá que obrigatoriamente oferecer uma proposta sólida e ambiciosa. “Quero brigar por títulos, seja em qual campeonato for. Se for um Paulista, um Paranaense. Já recebi há algum tempo proposta de um time da primeira divisão de São Paulo, mas não achei que havia potencial”, revelou.

Itamar lembrou que em todos seus trabalhos costuma permanecer por longos períodos. “Quero um clube com projeto, com aspirações. Não fico menos de um ano em clube nenhum. No futebol me alimento de projetos sérios, com mentalidade de vencer e ganhar títulos”, lembrou.

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