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Justiça

Pinheirão é arrematado em leilão por R$ 57,5 milhões

Empresa compradora tem sede no interior de São Paulo e no Paraná e ainda estudará o que fazer com o terreno

  • Leonardo Bonassoli, com informações de Helen Anacleto, especial para a Gazeta do Povo
  • Atualizado em às
Fechado desde 2007, o Pinheirão terá novo dono caso as questões judiciais se resolvam |
Fechado desde 2007, o Pinheirão terá novo dono caso as questões judiciais se resolvam
 
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O terreno do estádio Pinheirão foi arrematado em leilão na tarde desta quinta-feira (28) por R$ 57,5 milhões. O comprador foi a JD Agricultura e Participações Sociais Ltda, empresa com sedes em Jundiaí, no interior de São Paulo, Curitiba, Cascavel e Foz do Iguaçu.

“Ainda não sabemos o que será feito. Não há parceria definida com nenhum clube. Iremos fazer um estudo para termos o melhor aproveitamento possível”, disse João Destro, dono da empresa e responsável pelo lance. A empresa, após a liberação da Justiça, tem 90 dias para apresentar um projeto da área.

“Comprei pelo impulso”, revelou. Destro mora em Cascavel e é dono de um grupo de empresas, que inclui o Destro Macroatacado, uma das principais do país no ramo atacadista. Ele é também suplente de deputado federal pelo PPS, tendo recebido 28.453 votos nas últimas eleições, em 2010. Com isso, caso o deputado federal Rubens Bueno (PPS) seja mesmo candidato a vice-prefeito de Curitiba na chapa de Luciano Ducci (PSB) e vença as eleições, Destro assumirá uma cadeira em Brasília. O mesmo vale para a saída de qualquer outro deputado da coligação em que o PPS esteve nas última eleições.

Saiba mais sobre a carreira política de João Destro.

O leilão foi para pagar uma dívida de R$ 2,5 milhões da Federação Paranaense de Futebol com o INSS. O primeiro pregão, no valor de R$ 69 milhões, terminou sem comprador, o que fez com que este começasse com R$ 35,1 milhões.

Ainda restam duas pendências judiciais que podem fazer com que o leilão não tenha valor. São ações de autoria da Federação Paranaense de Futebol, que entrou com pedidos de agravo de instrumento para evitar o leilão.

Com isso, Álvaro Junqueira, desembargador do Tribunal Regional Federal da 4.ª. Região, determinou aviso aos compradores de que o leilão está sendo contestado na Justiça. Destro terá de depositar o valor em juízo até que haja uma sentença definitiva.

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