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tragédia na colômbia

Sobreviventes de queda de avião não correm risco de morte, diz Chapecoense

Situação mais grave é de goleiro Follmann, que perdeu uma perna e pode ter pé amputado

 | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
(Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo)

Os três jogadores da Chapecoense e o jornalista da cidade que sobreviveram à queda do avião da equipe na Colômbia não correm risco de morte, segundo informou o clube na manhã desta quinta-feira. O quadro clínico deles ainda é considerado grave e não há previsão de alta.

A situação mais crítica é a do goleiro Follmann, que teve uma perna amputada e pode perder o outro pé. O zagueiro Neto, último dos resgatados, oferece boas perspectivas de melhora, de acordo com o clube. O lateral Alan Ruschel passou por uma cirurgia na coluna vertebral, mas está movimentando normalmente braços e pernas.

O jornalista Rafael Henzel teve um trauma no tórax e uma fratura de perna. Ele está respirando normalmente, mas continua entubado, de acordo com comunicado feito pelo médico Carlos Henique Mendonça, que viajou para a Colômbia para acompanhar a recuperação dos sobreviventes.

O clube aguarda a liberação dos corpos das vítimas do acidente aéreo na Colômbia para organizar um velório coletivo em Chapecó. Inicialmente, o velório está previsto para começar às 12h desta sexta-feira, mas pode atrasar caso a Força Aérea Brasileira (FAB) opte por não fazer o traslado durante a madrugada.

São esperadas 100 mil pessoas na Arena Condá para a cerimônia. Estão sendo montados telões na área externa do estádio.

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