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Recuperado da contusão no ombro, Giba comandou o Brasil contra a Polônia | Sergio Moraes Reuters
Recuperado da contusão no ombro, Giba comandou o Brasil contra a Polônia| Foto: Sergio Moraes Reuters

Pequim - Com Giba na quadra a história foi outra. O capitão da seleção brasileira de vôlei ajudou o time a se classificar para as quartas-de-final dos Jogos de Pequim, com a vitória sobre a Polônia por 3 a 0 (30/28, 25/19 e 25/19), ontem, num jogo bem mais fácil que o técnico Bernardinho esperava.

Depois de superar um primeiro set mais tenso, o time manteve o controle do jogo e não deu a menor chance para os poloneses. Giba jogou o tempo todo e não sentiu mais dores no ombro. Deixou claro que estará em condições de jogo até o final da disputa. Ele não enfrentou a Sérvia e entrou na partida contra a Rússia apenas nos pontos finais do quarto set.

Contra a Polônia a seleção jogou bem melhor. "Erramos menos saques e o nosso contra-ataque também foi bom desta vez. O importante é que vejo um crescimento no Brasil. Embora o resultado não tenha nos favorecido contra a Rússia na rodada anterior (derrota por 3 a 1), a equipe não jogou mal. Foi um duelo bonito, de pegada, forte mesmo", disse o treinador.

O próximo compromisso do Brasil é diante da Alemanha, na madrugada de amanhã, à 1 hora (de Brasília). Será um treino para os jogadores brasileiros. Os alemães perderam três partidas e só ganharam do Egito, a equipe mais fraca da chave. O único fundamento da Alemanha destacado por Bernardinho e Giba foi o saque forte. Bernardinho já adiantou que fará mudanças no Brasil. Rodrigão sairá como titular. Bruno também será mais usado durante a partida.

O Brasil não depende somente de suas forças para ficar em primeiro lugar do grupo. Provavelmente não fique. Precisa, além de bater a Alemanha, o que não será difícil, torcer para que a Polônia derrote a Rússia. "Nesse momento não vejo muito essa possibilidade dos poloneses", disse Bernardinho.

Se ficar em segundo lugar, a seleção poderá enfrentar no primeiro confronto mata-mata dos Jogos Olímpicos duas seleções complicadas: Itália e Bulgária. "O nosso jogo encaixa menos com a Bulgária, que na minha opinião seria um rival mais duro para essa fase. Mas nunca podemos descartar os italianos", disse. "A Itália está na competição como franco-atirador. Então tem condição de jogar mais solta, mais leve. Já os búlgaros são mais fortes e duros", concordou o líbero Serginho.

Na TV

Brasil x Alemanha, à 1 hora, na RPC TV, Band, SporTV, ESPN Brasil e BandSports.

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