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Goleiro de aluguel vira “franquia” e aplicativo

Empresário faz sucesso serviço que oferece jogadores para completar times

  • Marcos Xavier Vicente
Samuel Toaldo e a camisa do goleiro de aluguel: procura crescente e doação para orfanatos |
Samuel Toaldo e a camisa do goleiro de aluguel: procura crescente e doação para orfanatos
 
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Não vai mais ser por falta de gente que as peladas de Curitiba terão de ser canceladas. Duas iniciativas prometem resolver os principais problemas de quem bate bola: arranjar goleiro e resolver a ausência de quem disse que ia, mas não apareceu.

De tantos convites que recebe por semana, o empresário Samuel Toaldo, que desde criança defende no gol, decidiu passar a cobrar R$ 30 para jogar. E ninguém reclamou. Pelo contrário. A procura está sendo tão grande após lançamento da fan page "Goleiro de Aluguel" no Facebook, que Toaldo está tendo de chamar outros goleiros para jogar as partidas em que vem sendo requisitado.

Semana passada, outros três arqueiros de plantão o procuraram para fazer parte da iniciativa. De imediato todos já foram convocados para jogar.

"É bom para os dois lados. Resolve o problema do gol, já que na maioria dos times ninguém quer ser goleiro, e ainda é uma oportunidade de ajudar outras pessoas", ressalta. Todo o dinheiro que Toaldo arrecada nas peladas será usado para comprar bolas e luvas de goleiro para crianças de orfanatos. "Ninguém reclama de pagar R$ 5 a mais e ter um goleiro de verdade, ao invés de precisar improvisar alguém no gol", reforça.

A clientela está sendo a mais variada. Sexta-feira à noite, por exemplo, Toaldo joga com uma equipe formada por engenheiros e médicos. Domingo de manhã é a vez de catar no gol para o time dos coletores de lixo.

O Goleiro de Aluguel levou Toaldo, que trabalha com informática, a ser convidado a participar do desenvolvimento de um aplicativo para os boleiros de Curitiba. Em março, a empresária Carolina Bortolotte Maia pretende lançar a ferramenta Liga FC, premiada em 2014 como um dos melhores aplicativos pelo Sebrae.

O aplicativo surgiu de três anos de pesquisa de Carolina. Ao ouvir cerca de 100 frequentadores das quadras de Curitiba, a empresária constatou que 83% deles tinham problema de montar seus times. Para resolver a questão, o aplicativo traz uma série de facilidades para quem joga, como localizar gente disponível para um jogo de última hora, mostrar quadras disponíveis, além de um ranking dos cadastrados. "A intenção é de que ninguém fique sem jogar", enfatiza Carolina.

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