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Paranaense

Metade já foi

Em imagens, números e opiniões, veja abaixo um resumo do primeiro turno do Paranaense, encerrado ontem sem muito alarde após o título antecipado do Coritiba

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Veja a seleção do 1° turno |

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Veja a seleção do 1° turno

Enquanto o Coxa passeava,absoluto, até o título do primeiro turno no Atletiba, o Paraná se afundava, vendo o rebaixamento se tornar ameaça real. Entre eles um Atlético irregular, que perdeu tempo demais procurando treinador. Se Cianorte e Iraty chegaram a sonhar, foi o Operário que arrancou nas últimas rodadas,enchendo a torcida de esperanças para o segundo turno. Assim como os pouco confiáveis Cascavel e Rio Branco dão esperanças aos paranistas. Tudo debaixo de muita água – a chuva não deu trégua em quase nenhuma rodada – e em gramados de qualidade duvidosa. Só não há dúvida quanto ao gramado de Arapongas, com certeza um dos piores do Brasil.

Um time e um filme

Coritiba

Todo Poderoso – Deu as cartas e não teve concorrência. Conquistou o título com uma rodada de antecedência, justamente no duelo com o maior rival.

Atlético

Plano B – Sem melhores alternativas, apostou no técnico interino Leandro Niehues por algumas rodadas. A cada treinador que não acertava tinha de partir para outra. Longe do título do primeiro turno, terá de ir atrás do segundo.

Iraty

Forasteiro – Jogou 7 das 11 partidas como visitante. Mesmo assim conseguiu fazer uma campanha regular. No segundo turno só sairá de casa 4 vezes.

Operário

Arrancada final – Os tropeço sem casa seguraram o Fantasma no início do campeonato. Mas o time atropelou no fim do primeiro turno e promete manter o ritmo no segundo.

Cianorte

A Grande Ilusão – Era o líder ao fim da quinta rodada e alimentava o ousado sonho de conquistar o título. Mas não resistiu e caiu para o segundo pelotão da tabela.

Corinthians-PR

Nosso Lar – Grande parte do elenco volta todo ano para disputar o Paranaense pelo time do Barigui, que morou confortavelmente no meio da tabela durante o turno.

Arapongas

Robin Hood – Roubou pontos dos três times da capital – venceu o Atlético fora e o Paraná em casa, além de empatar com o Coritiba diante da torcida. Vive em um local inóspito, o pior gramado do Paranaense.

Paranavaí

Marcas do Passado – O Vermelhinho novamente se apegou à receita que o fez campeão paranaense de 2007, ao tentar montar um time barato e competitivo – inclusive com os retornos de Márcio e Edenílson, destaques daquela campanha. Mas não engrenou.

Roma

Adaptação – Assim como o Arapongas, o time de Apucarana ainda está se reacostumando à Primeira Divisão. Pelo menos vem fazendo o suficiente para se manter sem sustos.

Rio Branco

Uma Noite no Museu – O combinado de jogadores veteranos não surtiu o resultado esperado pelo clube. A torcida parnanguara só espera que a experiência deles livre o Leão do rebaixamento.

Cascavel

O Poderoso Chefão – Quando o técnico José Guedes caiu logo na segunda rodada, o indicado para assumir interinamente foi o presidente do time, Nei Victor – treinador do time de futsal da cidade. Se quisesse, podia até mandar a si mesmo embora.

Paraná

Hora do Pesadelo – Nem nos piores sonhos o torcedor paranista imaginou o time como saco de pancadas em um campeonato de baixa qualidade técnica como o Estadual. Mas aconteceu.

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