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Libertadores

Muricy prevê jogo difícil no Pacaembu e pede apoio à torcida

Para treinador do Santos, torcida terá que se preparar para enfrentar um jogo nada fácil na finalíssima contra o Peñarol

Para o técnico Muricy Ramalho, empate em Montevidéu foi bom, diante da pressão do Peñarol | Pablo La Rosa  / Reuters
Para o técnico Muricy Ramalho, empate em Montevidéu foi bom, diante da pressão do Peñarol (Foto: Pablo La Rosa / Reuters)

O empate por 0 a 0 com o Peñarol no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, deixou o Santos precisando de uma vitória simples, em casa, para conquistar o seu terceiro título da Libertadores. O técnico Muricy Ramalho, porém, não acredita que a equipe paulista terá facilidade para ser campeão e, por isso, pede apoio total do torcedor que for ao Estádio do Pacaembu na próxima quarta-feira (22).

Os ingressos para a finalíssima se esgotaram rapidamente, antes mesmo da disputa da primeira partida da decisão da Libertadores. "A torcida do Santos tem que apoiar, ter paciência. Vai ser um jogo duríssimo e a torcida terá que empurrar a gente até o final. Não vai ser fácil. A torcida tem que se preparar para isso", afirmou Muricy.

Apesar disso, o treinador santista ficou satisfeito com o empate por 0 a 0. Ele exaltou o desempenho da equipe, que conseguiu conter a pressão do Peñarol, criou algumas oportunidades de gol e poderia até ter conquistado a vitória em Montevidéu.

"Foi um jogo aberto. A gente não aceitou a pressão do Peñarol. Nosso time saiu para jogar também e podia ter ganho. Mas a gente não se empolga. O Peñarol é um time muito forte. Agora, empatar aqui é muito difícil. O Peñarol é um time organizado e estava com a força da sua torcida. Diante disso, podemos considerar um bom resultado", disse.

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