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Com o bronze em Pequim, Ricardo somou três medalhas olímpicas (prata em Sydney-2000 e ouro em Atenas-2004). Feliz após a conquista, o baiano garante que a dupla voltará ao Brasil satisfeita por seu desempenho nos Jogos de 2008.

- A sensação é de dever cumprido. Chegamos onde muita gente gostaria de estar. Qualquer medalha é uma vitória, uma conquista. Chegar ao pódio é demais. Principalmente para mim, que cheguei em três pódios em três participações olímpicas. Elas (as medalhas) têm cores diferentes, mas o mesmo significado – lembra o atleta, em entrevista ao site oficial do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Com o fim deste ciclo olímpico, a dupla começa a pensar em outros objetivos. Um deles é a conquista do hexacampeonato no Circuito Mundial.

- Acho que uma dupla como esta não deve acabar tão rápido. Ainda temos este ano seis etapas do Circuito Mundial. Nós vencemos as últimas cinco edições, gostaríamos muito de ganhar esta também. Temos também o Campeonato Brasileiro. Gosto de pensar que estaremos juntos por mais tempo, mas agora é o momento de curtir o bronze – diz Emanuel.

Único jogador presente em todas as edições das Olimpíadas desde que o vôlei de praia passou a fazer parte da competição, em 1996, o paranaense acredita que o bronze glorificou o esforço da dupla, que superou uma lesão de Ricardo pouco antes dos Jogos.

- Acredito que somos uma dupla forte, mas na semifinal não conseguimos fazer nosso jogo. Isso faz parte do esporte. Quero agora voltar para casa e contar para a família tudo que passei aqui. Os Jogos Olímpicos são mesmo emocionantes. Eu gostei muito destes Jogos. A gente aproveitou cada minuto. Acho que ser favorito ajudou bastante. Isso fez com que trabalhássemos mais. Se éramos favoritos, foi por merecimento. O bronze serve para glorificar nosso esforço.

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