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Acusações de que há candidatos que tentam "implantar o medo em Curitiba", pedido de "DNA" do metrô e "reciclagem" de imóveis no Centro foram algumas mensagens veiculadas no horário político de televisão da tarde desta segunda-feira (17).
Mais uma vez, a aliança com o Partido dos Trabalhadores (PT) foi o tema do horário eleitoral de Gustavo Fruet (PDT). "Eles tentam plantar o medo em Curitiba", afirmou o candidato ao criticar os adversários por citarem recorrentemente a questão. Fruet também falou sobre ex-presidente da Câmara Municipal, João Cláudio Derosso, e disse que foi o único concorrente que pediu a renúncia dele.
Rafael Greca (PMDB) propôs a "reciclagem dos imóveis do Centro" em sua propaganda eleitoral. A ideia do candidato é destinar os imóveis vazios para resolver o problema da habitação na capital. Para isso, o peemedebista pretende implantar o "aluguel social" na área central de Curitiba.
"Temos de fazer o DNA do metrô", disse, em tom irônico, Carlos Moraes (PRTB). O concorrente referia-se aos programas dos adversários que trataram das supostas conquistas de recursos para o novo modal.
Outros temas
O prefeito e candidato à reeleição, Luciano Ducci (PSB), abordou o tema da moradia em Curitiba nesta segunda-feira. Ele prometeu retirar 6 mil famílias de áreas de risco e realocá-las em novos conjuntos habitacionais no segundo mandato. Ducci disse que a atual gestão retirou 7 mil famílias das margens dos rios.
Inovação e independência foram os motes da propaganda eleitoral de Ratinho Junior (PSC). O candidato falou da equipe de trabalho que pretende montar para a futura gestão. O programa de Ratinho Junior também destacou a experiência do concorrente no Legislativo.
O programa de Bruno Meirinho (PSol) apresentou a mensagem da vice, Sueli Fernandes, em linguagem de sinais. O horário eleitoral do Psol enfatizou a desigualdade social e a falta de oportunidades para portadores de necessidades especiais.
Alzimara Bacellar (PPL) prometeu construir 125 creches e abrir 25 mil novas vagas. Avanílson Araújo (PSTU) criticou a falta de investimento no transporte coletivo e prometeu que a tarifa irá baixar para R$ 1.



