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Surfe

Ondas no estilo "máquina de lavar" adiam mais uma vez o WCT do Rio

Heptacampeã mundial, australiana Layne Beachley é a única a se aventurar: ‘Fui uma louca por ter entrado’

Australiana se arrependeu de ter arriscado entrar no mar "violento" da Barra da Tijuca | Divulgação / Aaron Chang
Australiana se arrependeu de ter arriscado entrar no mar "violento" da Barra da Tijuca (Foto: Divulgação / Aaron Chang)

Aos 36 anos e dona de sete títulos mundiais, Layne Beachley queria ter a certeza de que o adiamento – o quinto seguido – era mesmo a melhor opção para esta terça-feira chuvosa e com muito vento no Rio de Janeiro. A australiana pegou sua prancha e encarou as ondas de cerca de 2m na Barra da Tijuca, palco da quarta etapa do Circuito Mundial (WCT) feminino.

Única surfista a se aventurar, Layne saiu da água assustada. A competição deve terminar nesta quarta-feira. As quartas-de-final estão marcadas para as 7h.

"Está impossível, parece uma máquina de lavar gigante. Você pensa que está na onda, mas não está. Acho que não tem condição nenhuma para o campeonato. Tomei várias ondas na cabeça. Você não pára de remar, não tem canal para varar a arrebentação, são várias dificuldades. No WQS (segunda e terça-feira) estava até parecido, mas o mar agora está muito mais forte e acho que fui uma louca por ter entrado".

Layne é uma das oito classificadas para as quartas-de-final. Vai encarar a cearense Silvana Lima. O Brasil tem outra representante: a catarinense Jacqueline. Ela terá pela frente a australiana Stephanie Gilmore, atual campeã mundial.

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