No mesmo local, menos de 24 horas depois, o anticlímax absoluto para os paranistas. Ontem um jogo histórico diante do Cobreloa-CHI valendo vaga na fase de grupos da Libertadores. Hoje o time reserva do Tricolor contra o Cianorte, às 20h30, pela oitava rodada do Paranaense.
A mesma Vila Capanema que recebeu lotação máxima no jogo internacional, estará quase as moscas para o duelo com uma das sensações do Paranaense. Se o objetivo do Tricolor no dia anterior era aparecer para o mundo, agora quem estará em campo sabe que pouco chamará a atenção até dos torcedores mais fanáticos.
Porém, a observação de quem mais interessa, o técnico Zetti, estará sendo devidamente feita pela segunda vez consecutiva no Estadual. É mostrando serviço para ele que os jogadores ora em segundo plano pensam em subir na hierarquia do elenco.
No clássico de domingo com o Coritiba, por pouco tal motivação não rendeu um empate aos reservas paranistas. O time até chegou à igualdade depois de estar perdendo por 2 a 0, mas foi castigado ao sofrer o terceiro gol no último minuto.
A base do clássico será mantida por Zetti, que passou o início de semana ocupado com o time principal e pouco orientou a equipe B. Até ontem não podia sequer confirmar a escalação, afinal a escolha de quem jogará dependia de quem ele precisasse usar durante a partida contra o Cobreloa.
Cianorte
O Leão do Vale do Ivaí perdeu a chance de voltar à liderança ao empatar por 2 a 2 com o Paranavaí em casa no domingo. Mesmo o resultado não sendo o esperado, a equipe do técnico Cláudio Tencatti chegou a cinco partidas da invencibilidade e se manteve em situação tranqüila na tabela (quatro pontos à frente do Paraná).
O treinador não poderá contar com o zagueiro Montoya, que tomou o terceiro cartão amarelo. Quem assume a vaga é William, recuperado de contusão. Tencatti veio a Curitiba com três dúvidas: Vítor ou Nelsinho na defesa, Fernandinho ou Bahia na ala-esquerda e Edu ou Marquinhos no ataque.



