
Para todos os gostos e tipos de desafios. A Maratona de Curitiba chega a sua 20ª edição no dia 20 de novembro com a intenção de unir corredores de diferentes distâncias em uma grande confraternização. Apesar de o desafio de percorrer os 42 quilômetros da capital se o que mais chama a atenção do público, haverá atletas colocando seus desempenhos à prova nas disputas da meia-maratona, 10 km e 5 km.
As inscrições para todas as modalidades estão abertas (faça aqui)
“Curitiba é a capital que encerra o circuito de maratonas no Brasil e é a terceira em número de participantes no país. Ofertar outras distâncias além da maratona é para permitir a inclusão de mais corredores e uni-los em um único evento”, confirma o organizador da prova, Vilson Thomé, da empresa Thomé e Santos Eventos Esportivos.
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Todos vão largar do mesmo ponto de partida, a Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico, a partir das 7 horas da manhã, em quatro largadas distintas, em três percursos diferentes: um exclusivo para quem vai para os 5km, outro para os 10km. O terceiro trajeto será dividido entre maratonistas e meio-maratonistas. Os atletas dos 21 km vão fazer a prova em dupla, dividindo a rota em duas etapas.
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Haverá premiações em dinheiro na prova da maratona para os cinco primeiros colocado no masculino e feminino (R$ 5.500,00 ao 1º lugar), nas categorias cadeirantes e pessoa com necessidades especiais (R$ 800,00 ao 1º lugar) e para o melhor atleta curitibano (que competiu as etapas do Circuito da SMELJ, R$ 250,00 ao 1º lugar).
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Perfil
Para cada distância, uma característica de corrida. Mas, independente da escolha, o asfalto é democrático e aceita de bom grado migrações de uma distância para outra, desde que o corredor se prepare para uma transição saudável.
• Quem: praticantes de atividade física para promoção da saúde, em que a corrida é atividade complementar.
• Rendimento: todos cumprem a prova sem grandes dificuldades.
• Sociabilidade: consegue, com facilidade, correr em grupo. Fase em que a diversão durante o treino é essencial.
• Currículo: para terminar bem a distância, precisa de três meses de treinamento regular.
• Treinamento: média de três vezes na semana, em sessões de até uma hora.
• Alimentação: procura ter boa alimentação, sem fazer dietas restritivas rigorosa.
• Quem: a partir de 18 a 42 meses de treino, está acostumado com os 10 km e quer mais. Coloca a corrida como atividade física principal.
• Rendimento: só respeitando a programação de treinos completa bem a prova e terá uma recuperação saudável.
• Sociabilidade: já não consegue treinar com o grande grupo, mas ainda há bastante companhia.
• Currículo: correr regularmente há 2 anos e ter disputado pelo menos seis provas de 10 km.
• Treinamento: de quatro a cinco sessões semanais, entre uma hora e uma hora e meia cada. O descanso é parte fundamental do preparo.
• Alimentação: precisa de acompanhamento nutricional e uso de suplementos – carbogel, maltodextrina, entre outros – e de restrição alimentar para manter o peso certo.
• Quem: extremamente disciplinado, para manter-se dentro do programa de 16 semanas de preparação. Só é chamado de maratonista quem completou a primeira prova de 42 km dentro do tempo programado.
• Sociabilidade: em geral, solitário nos treinos.
• Currículo: correr regularmente e disputar os 10 km há 2 anos e ter completado (bem) pelo menos quatro meias-maratonas.
• Treinamento: bastante rígido. Entre cinco a seis treinos semanais, com possibilidades de duas sessões no mesmo dia.
• Alimentação: com a maior carga de esforço e menor tempo para recuperação, o uso de suplemento alimentares é indispensável. Faz restrições alimentares e tem bastante carboidrato no cardápio.



