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Oslo – A primeira preleção de Dunga como técnico da seleção teve acesso restrito e emocionou os jogadores. O encontro foi restrito aos atletas e ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que comprimentou os jogadores e ouviu o discurso firme e inflamado do treinador.

"A palestra dele tocou a gente lá no fundo. Não tinha como não se comover. O que mais me marcou foi ouvir dele que jogador da seleção tem de entrar em campo com a alma e o coração, não só com o corpo", contou o goleiro Gomes.

Dunga falou por 15 minutos. Gesticulou, lembrou da sua carreira como atleta e pediu para que cada um recordasse da infância, dos momentos em que todos daquele grupo imaginavam um dia ser um jogador famoso de futebol. "Ele passou uma mensagem contagiante, de que vontade e empenho são fundamentais para servir a seleção", afirmou o capitão Lúcio.

A preleção também teve espaço para análise de erros e acertos cometidos no único treino do time, na véspera. "Eu tentei provocar algumas perguntas. Mas, como era a primeira vez, não me interromperam. Perceni com a atuação que houve resultado: foi uma seleção que falou mais, com cobrança dentro de campo.

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