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Paranaense

Presidente Gionédis rompe silêncio e “exige” garotos

Dirigente conversou com jornalistas e elogiou os reforços que ainda não estrearam

Chinaglia quer fugir do tema mensalão. | Wilson Dias/ABR
Chinaglia quer fugir do tema mensalão. (Foto: Wilson Dias/ABR)

Pela primeira vez em 2007 o presidente Giovani Gionédis não passou longe dos jornalistas em um jogo do Coritiba. Ontem, antes e depois do empate por 2 a 2 contra o Nacional, em Rolândia, o dirigente deu entrevistas sobre o momento do clube.

O principal mandatário coxa-branca não chegou a confirmar os boatos de que teria cobrado da comissão técnica (inclusive dentro do vestiário, após a derrota para o Cianorte) a escalação dos pratas da casa na vaga de recém-contratados que não vinham aprovando.

Entretanto, as declarações de Gionédis mostram que essa era a vontade dele. Coincidência ou não, o presidente foi atendido pelo técnico Guilherme Macuglia, que usou oito jogadores vindos da base diante do NAC.

"Essa é a hora de testar esses jogadores jovens. Temos de ver como se saem diante de Cianorte, Nacional e Roma para ver se têm condições de enfrentar São Caetano, Santa Cruz e outros times da Série B", compara.

Mesmo que esteja entusiasmado com o desempenho dos jovens que mostraram qualidade, Gioné-dis admite que será preciso muito mais do que isso para conseguir o grande objetivo do ano: voltar à Primeira Divisão.

De acordo com ele, os "reforços de primeira linha" estão chegando desde o início da temporada e virão em número ainda maior de acordo com a necessidade.

"Temos o Caíco (meia), o Edmílson (atacante) e o Juliano (meia) que ainda não estão disponíveis. Agora chega também o Rui (lateral-direito). São jogadores de outro nível que vão deixar o time equilibrado junto com os garotos", avalia ele, se referindo ao camisa 2 que deve chegar hoje para realizar exames médicos.

A diretoria já anunciou que ainda corre atrás de um lateral-esquerdo e de um meia, que também seriam jogadores de peso, para os próximos dias. Dois nomes para a camisa 6 contatados pela cúpula do Alto da Glória seriam Lúcio (do Palmeiras) e Triguinho (do São Caetano).

No laboratório em que a primeira fase do Estadual se transformou, resta saber se vai haver fôlego para os 16 jogadores já contratados se manterem no elenco ou gás ao time para seguir na competição.

"Já temos bem definidos alguns jogadores que não devem continuar", revela Gionédis, deixando claro que dispensas estão por vir durante essa semana.

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