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Brasileirão

Protesto da torcida do Guarani tem bandeira do Flu, ameaças e até tiros

Facção organizada do Bugre cobra derrota do time domingo, no Engenhão

Além da polêmica em relação à mala branca, a cobrança ganhou corpo no Guarani. A principal torcida organizada do Bugre realizou um protesto nesta quinta-feira, em frente ao Estádio Brinco de Ouro, contra a campanha do time, já rebaixado, no Brasileirão e aproveitou para reforçar a vontade de ver a equipe entregar o jogo para o Fluminense, domingo, no Rio de Janeiro.

A manifestação contou com uma bandeira do Tricolor carioca e ameaça aos jogadores, e terminou com violência. Segundo os torcedores, um segurança do clube atirou três vezes para cima na saída dos atletas e do técnico Vagner Mancini, por volta das 19h30m, para abrir espaço e dispersar os cerca de 40 integrantes da facção que estavam no local. Ninguém ficou ferido.

O aviso de que a situação poderá ficar ainda pior caso o Fluminense não seja campeão era aos gritos de "Se o Flu não ganhar, o pau vai quebrar". Um dos protestantes afirmou que a postura é por conta de uma aliança com uma organizada do Flu.

Faixas com os dizeres "Orgulho de ser bugrino e vergonha da diretoria", "Diretoria omissa" e "Chega de incompetência" também pediram a saída do presidente Leonel Martins de Oliveira. Caixões, colocados em frente ao prédio administrativo, simbolizavam o fracasso do clube, de volta à Série B após um ano.

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