Conhecido pelo seu constante mau humor, o superintendente de futebol do Paraná, Ricardo Machado Lima, exagerou na sexta-feira passada. Irritado com a cobertura que a imprensa deu ao caso Batista o Tricolor poderia perder pontos no Brasileiro por supostamente ter escalado o jogador irregularmente , o dirigente entrou na sala de imprensa da Vila Capanema gritando, e com o dedo em riste, cobrou os jornalistas. Depois, um pouco mais calmo, reconheceu que estava de cabeça quente.
Você é quem mesmo?
Jornalista recém-chegado à editoria de Esportes protagonizou uma situação engraçada durante treino do Paraná na Vila Olímpica. Com pressa para entrevistar o zagueiro Daniel Marques, o repórter trocou as bolas na hora de chamar o zagueiro tricolor para a resenha: "Dênis Marques, Dênis Marques...", berrou ele. Meio constrangido, o defensor apenas corrigiu. "É Daniel, o meu nome é Daniel Marques".
Vaselina para o nariz
A estratégia do Coritiba para se dar bem no ar seco do Distrito Federal durante a vitória sobre o Brasiliense no fim de semana incorporou um produto inusitado além das esponjas e dos baldes de água: a vaselina. De acordo com o técnico René Simões, a vaselina evita o ressecamento do nariz.
Alegria com a desgraça alheia
O sistema de som da Arena da Baixada divulgou apenas os gols do duelo do Paraná com o Sport ontem. O restante da rodada foi deixado de lado. E a cada gol do Rubro-Negro pernambucano, os rubro-negros paranaenses comemoravam com se fossem do Furacão. Cenas da rivalidade na briga para fugir do rebaixamento.
Fora da lei
Ontem, pela primeira vez desde que a lei foi sancionada, os hinos do Brasil e do Paraná não tocaram antes de a bola rolar para Atlético e Palmeiras na Arena. De acordo com o quarto árbitro, ninguém avisou os apitadores sobre o procedimento.



