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Na Cidade do Cabo para acompanhar o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2010, nesta sexta-feira, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, comentou o fato de nem todos os estádios sul-africanos estarem prontos para o Mundial que começa em junho do próximo ano. E prometeu que as obras no Brasil, para 2014, não terão atrasos.

"No dia aprazado vai estar tudo pronto. Nós vamos cumprir todos os prazos. O primeiro é março para que comecem as obras. As coisas estão andando".

Teixeira ainda falou sobre o problema de Brasília, que será uma das sedes, estar atravessando uma crise política. O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, está envolvido em denúncias de corrupção e diversos pedidos de impeachment protocolados só nesta semana. O político, porém nega as acusações).

"Não escolhemos as sedes pelos governadores. Provavelmente em 2014 podem até ser outros no governo. Temos certeza que Brasília vai cumprir o seu projeto. Vamos aguardar, nada foi provado".

Por fim, o presidente da CBF abordou dois temas polêmicos e que têm sido discutidos na Fifa: a inclusão de mais um árbitro e o uso da tecnologia nos jogos.

"Quem conhece a Fifa sabe que ela não faz nada sem testar. Já testou essa questão dos árbitros atrás do gol na Europa, mas não seria bom colocar já numa Copa sem uma grande preparação dos juízes. Não está descartado, mas vão estudar mais antes. Sobre tecnologia, acho que não existe essa tendência. Só para algo muito específico, como uma bola que entrou ou não. Uma falta, um pênalti, isso não tem como tirar a decisão do juiz".

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