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Copenhague - A Olimpíada nunca esteve tão perto do Rio de Janeiro. Um projeto técnico detalhado levou a cidade à final da escolha para os Jogos de 2016. No COI (Comitê Olímpico Internacional), a candidatura en­­controu um cenário político favorável. Sessão do comitê em Cope­nhague, Dinamarca, vai decidir o destino do evento. A cerimônia de anúncio começará às 13h30 (horário de Brasília).

Se ganhar, o Rio será a primeira cidade sul-americana a receber os Jogos. É a quarta tentativa brasileira, a terceira da capital fluminense e a estreia do país na fase final da disputa. As concorrentes são Chi­cago, Madri e Tóquio, de países que já sediaram a Olimpíada.

A decisão começa na madrugada, com as apresentações dos projetos no Centro de Convenções Bel­la Center. Segundo os próprios mem­­bros do COI, não é possível ganhar uma eleição por sua exibição final. Mas é possível perdê-la na exposição de 45 minutos, sucedida por uma sabatina de mais 15. Boa parte dos votantes chega ao evento com a certeza sobre o voto. Mas os indecisos precisam da última apresentação.

"O importante é ver as cidade sob pressão. Porque elas ficarão por sete anos", afirma o israelense Alex Gilady, integrante do grupo de 106 eleitores que vota até uma cidade ter a maioria das indicações. A cada turno, a última colocada será cortada.

No campo técnico, o projeto do Rio foi bem acolhido. No relatório da comissão de inspeção, divulgado no mês passado, foram amenizadas críticas a pontos fracos citados anteriormente, durante o processo, como segurança. Lanterna na primeira avaliação do COI, o Rio igualou-se aos concorrentes.

Madri foi duramente censurada pelo relatório por sua estrutura de organização, considerada confusa. O Japão também sofreu censuras no documento. A Vila Olím­pica de Tóquio foi criticada por causa da proximidade com o mercado de peixe local. Até sugeriram mudar o local.

Tão forte como o Rio surge Chi­­cago, que sanou seu maior problema ao conseguir garantia financeira da prefeitura. Conta ainda com o alcance global de seus patrocinadores (alguns, velhos financiadores do movimento olímpico), além da força do presidente Barack Obama – ele chega hoje a Co­­pe­­nha­gue, onde a mulher, Mi­­chele, faz campanha há dois dias.

Ao vivoEleição da sede dos Jogos de 2016, às 13h30, na SporTV, BandSports e ESPN Brasil.

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