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Expansão

Rudimar reluta em abrir série de franquias

De uma casa modesta no Alto da XV no começo dos anos 80, a Chute Boxe passou a ter cinco modernas sedes distribuídas por Curitiba, uma em Avaré, no interior de São Paulo (outra está sendo implantada em Marília); em Balneário Camboriú, Santa Catarina; e filiais em Los Angeles (EUA), Valência (Espanha) e Tóquio (Japão). E os pedidos para a abertura em outros lugares chegam diariamente.

"Eu ainda tenho receio de abrir uma espécie de franquia. Quero manter a qualidade. Se fosse só pegar o dinheiro seria fácil", revela o proprietário Rudimar Fedrigo, que toma conta de todas as academias. Dinheiro que já vem fácil através dos produtos licenciados com a marca da Chute Boxe: camisetas, toalhas, canetas, chinelos, bolachas, chaveiros, bonés e roupas em geral.

Um livro contando a história da academia está para ser lançado, com tradução para o inglês e o japonês. Porém, mais do que a parte comercial, a Chute Boxe tem como meta para o futuro próximo atender o social, trazendo crianças carentes para aprender as artes marciais.

Além do trabalho diretamente relacionado à academia, Rudimar também atua como empresário dos lutadores e promotor de eventos. Dentre os empresariados, estão o presente da Chute Boxe, Wanderlei Silva, e o futuro, os irmãos Murilo Ninja e Maurício Shogun.

"É um privilégio fazer parte desse time. Fico feliz em ser considerado o sucessor do Wanderlei, e tenho certeza que com a união, que é nosso diferencial, vamos crescer ainda mais", comenta Shogun, de 24 anos. (AP)

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