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Juninho iria conversar com a esposa antes de dar a resposta definitiva para a diretoria do Paraná | Antônio Costa/ Gazeta do Povo
Juninho iria conversar com a esposa antes de dar a resposta definitiva para a diretoria do Paraná| Foto: Antônio Costa/ Gazeta do Povo

O desempenho do Paraná pós-Copa do Mundo zerou o crédito da equipe com a torcida. Na derrota para o Amé­­rica-RN (1 a 0), em plena Vila, a vaia foi geral. Apenas um jogador escapou: o goleiro Ju­­ninho. Apesar da péssima campanha, o camisa 1 paranista conseguiu aumentar a confiança da galera em seu futebol. Graças a boas defesas e dois gols, am­­bos de pênalti, no em­­pate com o Gua­­ratinguetá (1 a 1) e na vitória so­­bre o Náutico (4 a 0). Moral com os tricolores que o fez recusar uma proposta do Sporting Braga, de Portugal. O que você acha que levou o torcedor a te absolver das críticas?

Eu não penso muito assim. Acho que o momento que eu vivo é um pou­­co melhor. Mas todos estão ten­­tando melhorar. Talvez o torcedor esteja vendo que eu me dedico bastante nos jogos. Fico feliz.

Qual é a avaliação que você faz do seu desempenho atual?

Está de médio para bom. Mas po­­deria estar de bom para ótimo. Sei da minha capacidade, onde posso chegar. O mais difícil é manter a regularidade. Comecei de baixo, com a co­­brança da torcida no Pa­­ra­­naense e melhorei com a sequência.

E os gols?

Estou gostando. É algo que eu não tinha feito. Pude sentir o que os atacantes sentem. Espero continuar.

Você tem contrato até o fim do ano. Fica para a próxima temporada?

Ainda é cedo para dizer. Mas criei uma identificação com o clube e o torcedor, além do respeito da diretoria. Eu sei que muita gente pode não ficar. Mas eu e minha família gostamos de Curitiba. Vamos esperar um pouco...

O Paraná voltará a brigar para su­­bir para a Primeira Divisão?

Estamos em um momento difícil. Os times conseguiram se arrumar na parada da Copa. E a gente precisa reencontrar nosso caminho. Nosso time tem limitações. Pre­­cisamos voltar a ser guerreiros. Te­­mos de mudar. Se deixar para mais tarde, já era...

Você é um jogador que sempre falou o que pensa. Isso às vezes não pode te prejudicar?

Aprendi isso quando passei pelo Atlé­­tico-MG, onde era muito visado. Sei analisar e falar. Mas sou direto, até grosso. Não falo pelas costas. Assim o trabalho flui melhor.

Você chegou a fazer um comentário que todos entenderam ser para o Marcelo Toscano...

Não era para ele. O Marcelo estava conversando há muito tempo em ir para Por­­tugal. Mas prefiro não citar nomes.

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