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Basquete

Seleção chega claudicante contra os EUA

Brasileiros vencem sem empolgar a fraca Tunísia. Hoje, encara o pior desafio na primeira fase do Mundial

Leandrinho, que fez 21 pontos e pegou seis rebotes, foi o destaque do Brasil na vitória contra o fraco time da Tunísia | Gaspar Nóbrega/ CBB
Leandrinho, que fez 21 pontos e pegou seis rebotes, foi o destaque do Brasil na vitória contra o fraco time da Tunísia (Foto: Gaspar Nóbrega/ CBB)

Istambul - Era para ser melhor. Passado o nervosismo da estreia, contra o Irã, o jogo de ontem contra a Tunísia era para ser bem mais fácil e, principalmente, dar segurança para o confronto de hoje contra o temível Estados Unidos. No entanto, a seleção brasileira, apesar de ter vencido a partida, não estava bem: enquanto o ataque não acertava a mira, a defesa também cometia erros. O resultado foi um placar apertado, 80 a 65, contra a inexperiente Tunísia.

Os próximos confrontos da equipe comandada por Rubén Magnano prometem ser bem mais difíceis, a começar por esta tarde contra a seleção norte-americana – que além de ser sempre favorita, vem embalada com a vitória arrasadora diante da Eslovênia por 99 a 77. O jogo marca também o encontro das duas equipes invictas no Grupo B, ambas com 4 pontos conquistados.

Leandrinho foi o destaque do Brasil ontem. Além de ser o cestinha do jogo ao marcar 21 pontos, pegou 6 rebotes e ainda foi a peça fundamental nos momentos em que a seleção caiu de rendimento. Os outros destaques foram Tiago Splitter, com 16 pontos, Marcelinho Machado, com 13, e Alex Garcia, com 10.

Durante toda a partida, o Brasil chegava a abrir uma vantagem, tanto que Magnano chegou a colocar o time reserva em quadra, quando a partida estava 31 a 16. No entanto, a Tunísia logo encostava no placar – o que fez o técnico colocar os titulares de volta.

A dificuldade do confronto serviu de lição para a equipe. De acordo com Leandrinho, é preciso mudar alguns aspectos para os próximos embates. "Precisamos saber atacar para depois voltar para defender. Quando um chuta, o outro tem que voltar porque o contra-ataque deles (os americanos) é muito rápido", disse o ala Tiago Splitter também se preocupa com o rápido ataque dos Estados Unidos "Os norte-americanos são muito físicos. A gente precisa voltar rápido para acompanhar o contra-ataque deles", alertou.

Após o confronto complicado contra os norte-americanos, o Brasil ainda terá mais dois jogos para tentar garantir uma das quatro vagas disponíveis no Grupo B, pelo qual a Croácia venceu o Irã por 75 a 54, também neste domingo. De folga amanhã, a seleção encara a Eslovênia na quarta e os croatas na quinta.

Ao vivo

Brasil x EUA, às 15h30, no SporTV e ESPN Brasil.

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