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O presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mário Celso Petraglia, desistiu de assistir ao jogo entre os Atléticos, ontem, na Arena, aos 25 minutos do segundo tempo. O dirigente deixou seu pombal quando o Galo tinha uma falta perigosíssima (meio duvidosa) marcada quase sobre a linha da área rubro-negra. Sem Petraglia ver, os mineiros desperdiçaram a cobrança e o Furacão segurou o 1 a 0 até o fim.

Sem perdão

Mesmo com o preço do ingresso mais barato, com o time ganhando e até com o retorno do massagista Bolinha ao banco de reservas, parte da torcida do Atlético não deixou de hostilizar Mário Celso Petraglia nos minutos finais do jogo.

Controle de vôo

O sistema de som da Arena foi insistente no pedido para que os torcedores não atirassem objetos no gramado durante a partida de ontem. Nada demais senão fosse por uma frase no fim das intervenções do locutor oficial do estádio. "Isso também vale para aviões de papel", pedia.

Na súmula

O árbitro Renato Cardoso da Conceição, de Minas Gerais, relatou na súmula do jogo Coritiba e Ituano o arremesso de um refil de sinalizador ao fim da partida vencida pelo Coxa, por 2 a 0, sábado, no Couto Pereira. O Coritiba não teme problemas com o STJD porque o torcedor responsável pelo lançamento do objeto foi preso pela Polícia Militar.

Só para agitar

De acordo com o presidente do Paraná, José Carlos de Miranda, a informação de que o Tricolor poderia perder 18 pontos por causa da utilização do meia Batista é só para atrapalhar a equipe. "Tentam nos desestabilizar nesse momento difícil", afirmou. Segundo a L.A. Sports, empresa que gerencia a carreira do jogador, o problema seria com a Adap, ex-time de Batista.

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