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O jamaicano Asafa Powell levou a primeira etapa dos 100 m da Diamond League com a marca de 9s81 | Mohammed Dabbous/ Reuters
O jamaicano Asafa Powell levou a primeira etapa dos 100 m da Diamond League com a marca de 9s81| Foto: Mohammed Dabbous/ Reuters

Sem a presença de seu compatriota Usain Bolt e do norte-americano Tyson Gay, o velocista jamaicano Asafa Powell confirmou o favoritismo ao vencer a prova dos 100 metros com a marca de 9s81, durante a disputa da primeira etapa da Diamond League, ontem, em Doha, no Catar. Entre as mulheres, a norte-americana Allyson Felix foi o destaque ao estabelecer a melhor marca da temporada até o momento nos 400 metros, com 50s15.

Asafa Powell – ex-recordista mundial dos 100 metros – não largou bem, mesmo com o vento ao seu favor. Contudo, se recuperou no final da prova superando o compatriota Nesta Carter (9s88) e o norte-americano Travis Padgett, que chegou em terceiro fazendo o tempo de 9s92.

Campeã mundial dos 200 metros, a norte-americana Allyson Felix correu apenas a prova dos 400 metros em Doha e saiu com a vitória. Ela superou Amantle Montsho, de Botsuana, que cravou 50s34, chegando em segundo lugar. A jamaicana Novlene Williams-Mills fez 50s50, ficando na terceira colocação.

No salto em altura, a croata Blanka Vlasic também confirmou o favoritismo e saltou 1,98 metro, conquistando a primeira colocação na prova e deixando a norte-americana Chaunte Howard em segundo lugar. Em terceiro ficou a espanhola Ruth Beitia.

A Diamond League, uma espécie de circuito mundial do atletismo (antiga Golden League), terá 14 etapas, sendo que a próxima será disputada em Xangai, na China, no próximo dia 23. A última está marcada para Bruxelas, na Bélgica, em 27 de agosto.

Os três primeiros atletas me­­lhores colocados em cada uma das 32 provas do atletismo que somarem mais pontos em cada modalidade receberão US$ 40 mil, além de um troféu de diamante.

Polêmica

A solução para o polêmico caso envolvendo a sul-africana Caster Semenya, atual campeã mundial dos 800 metros rasos, será conhecida em junho, assegurou ontem Lamine Diack, presidente da Iaaf, entidade que controla o atletismo mundial.

A atleta de 19 anos não compete oficialmente desde o ouro no Mundial de Berlim, no ano passado. A partir da conquista, virou o centro de uma polêmica que culminou com testes de gênero a que foi submetida para comprovar a sua sexualidade – foi acusada de ser uma hermafrodita.

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