
A prova da instabilidade no Atlético estará hoje às 21 horas, contra o Fluminense, no Rio de Janeiro no banco de reservas do time: Leandro Niehues.
Auxiliar técnico do clube, onde foi forjado para o cargo desde as categorias de base, ele surge na gestão Marcos Malucelli como um dos protagonistas no desempenho do time e não um coadjuvante, tapa-buraco.
O Rubro-Negro faz o assistente contabilizar entre 2010 e este ano 23 partidas à frente do time. Só nesta temporada à procura do quinto comandante a diretoria já lhe deu a prancheta da equipe principal em cinco ocasiões.
Na atual administração atleticana, iniciada em janeiro de 2009, Niehues é o terceiro que mais orientou os jogadores à beira do campo. Acima dele somente Geninho (42 jogos) e Antônio Lopes (33). Contando apenas os treinadores contratados por Malucelli Geninho assumiu em 2008 só o Delegado supera Niehues.
O "chefe" desta noite tem mais estatísticas no Furacão do que Waldemar Lemos, Paulo César Carpegiani, Sérgio Soares e Adilson Batista todos vindos pela mão do atual presidente rubro-negro.
O interino que foi proibido de falar com a imprensa durante a busca por um substituto para Batista comandou o Rubro-Negro em 18 oportunidades em 2010 e em outras cinco ocasiões neste ano. Ao todo, 11 vitórias, oito derrotas e quatro empates, resultando em um rendimento de 53,6%.
"Nós jogadores também somos responsáveis. A maior parcela é nossa, se não 100%. Temos consciência disso, mas todo mundo está trabalhando, ninguém está de sacanagem. Todo mundo tem qualidade aqui e está na hora de cada um tirar seu algo a mais, começar a ganhar e tirar esse peso das costas", clamou o meia Branquinho, que deve formar o meio de campo ao lado de Paulo Baier.
Ao vivo
Fluminense x Atlético, às 21 horas, na Rádio 98 FM (98,9) e no tempo real da Gazeta do Povo.



