Quinze minutos arrasadores e outros 65 sonolentos. O duelo de ontem entre os paranistas, que não queriam descer à Terceirona, e a Ponte Preta, que sonhava em subir para a Primeira Divisão, padeceu com a falta de objetividade. O calor e o excesso de faltas marcadas pelo árbitro Célio Amorim arrastaram o confronto até o lance redentor de Éder, aos 42 minutos do segundo tempo.
O autor do gol havia treinado no ataque durante a semana. Mas acabou preterido por Paulo Comelli, que preferiu a formação com Ricardinho e Pimão. A dupla, contudo, não foi abastecida com eficiência por causa da boa marcação do time campineiro e as chances de gols foram raras na partida.
Com a entrada de Éder e Rômulo, o Paraná encorpou o meio-de-campo e o gol acabou saindo justamente após uma tabela entre os dois e um chute forte de fora da área do atacante vindo do Flamengo. (ALM)



