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Aproximadamente 5 mil sócios do Coxa acompanharam o Atletiba nos telões instalados no Estádio Couto Pereira | Antonio Costa / Gazeta do Povo
Aproximadamente 5 mil sócios do Coxa acompanharam o Atletiba nos telões instalados no Estádio Couto Pereira| Foto: Antonio Costa / Gazeta do Povo

Quando o árbitro Evandro Rogério Roman apitou o fim do jogo na Arena da Baixada neste domingo (24), com a vitória alviverde por 3 a 0, um dos 5 mil sócios que acompanharam o clássico em três telões no Couto Pereira entregou uma taça de papelão ao Vô Coxa.

Ele se dirigiu ao centro do gramado e ergueu o troféu, dando início a celebração alviverde. Para a torcida coxa, a comemoração era apenas uma questão de tempo. Durante o jogo, havia certeza de que o título viria na casa do rival, mesmo antes dos dois tentos marcados por Bill no primeiro tempo. Um clima criado e mantido por um time que, desde o início de 2011, encantou e bateu recordes.

"Não consegui ingresso e queria sentir a emoção de acompanhar o jogo entre a torcida", afirmou o administrador escolar Algacir Vichinhecki, de 40 anos, acompanhado pelo filho Gabriel, de 11 . "Pena que a escola não permita que meu filho vá para a aula de camiseta amanhã (segunda-feira)", brincou. Presente em todos os jogos do Coritiba em casa neste ano, a professora Maria Dolores Vicente, de 55 anos, não desgrudou do rádio enquanto olhava o telão. Sua torcida é pela manutenção do elenco: "Tomara que não vendam nenhum jogador e ainda tragam reforços", afirmou.

Em seguida, o Couto Pereira foi tomado por 15 mil pessoas que aguardaram até 19h20 para ver o Coxa dar a volta olímpica. Ficou perceptível um misto de celebração, elogio ao time e diretoria e o pensamento no futuro, nos torneios nacionais. Os mais celebrados foram o xodó Bill, o meia Rafinha e o goleiro Edson Bastos. Até o vice-presidente Vilson Ribeiro de Andrade teve o nome bradado. O bicampeonato paranaense pôs uma pedra definitiva no rebaixamento de 2009. "Jogar em Joinville serviu para a torcida colocar a cabeça no lugar e o Coxa mostrar sua grandeza", opinou o engenheiro eletrônico Julio Prestes, de 27 anos.

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