Mesmo debaixo de chuva, o público se virou como pôde para torcer para o ídolo local, Jihad Kodr, campeão brasileiro de 2006. Com ondas chegando até um metro e abrindo para os dois lados, um verdadeiro espetáculo de surfe pode ser visto com direito a áereos, batidas radicais e bons tubos. As baterias foram bem disputadas. Nas quartas de finais ficou mais visível a velha rixa existente entre catarinenses e paranaenses. "A gente tem esta disputa dentro da água desde os campeonatos amadores", diz Kodr.
Na última bateria das quartas de final, o paranaense Cristiano Correia fez o melhor tubo da competição, o que garantiu sua vaga para a semi-final. Outro paranaense, Jeferson da Veiga, desbancou um dos tops do Super Surf, o catarinense Marco Polo, e também ficou entre os oito semi-finalistas. Na final, apenas Kodr representou o Paraná. Apreensiva, a torcida aplaudia a cada tentativa de manobra do paranaense. "Não deu pra ganhar em casa, mas na próxima etapa vou querer vencer de qualquer jeito", afirma Kodr. (TD)



