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Banco do Atlético reclama durante o jogo deste domingo, na Arena da Baixada. | Brunno Covello/ Gazeta do Povo
Banco do Atlético reclama durante o jogo deste domingo, na Arena da Baixada.| Foto: Brunno Covello/ Gazeta do Povo

O técnico do Atlético, Marcelo Vilhena, reclamou, durante a coletiva de imprensa após o clássico, da pressão feita pelo Paraná na saída para o intervalo do jogo. O supervisor de futebol do Paraná, Fernando Leite, foi para cima da arbitragem para reclamar dos dois gols anulados e teve de ser contido por integrantes da comissão técnica do Paraná ao fim do primeiro tempo.

"A pressão feita na arbitragem no intervalo foi muito forte e ele acabou se perdendo no segundo tempo", disse Vilhena.

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De acordo com o técnico atleticano, houve vários episódios incomuns no jogo que o fizeram mudar o jeito dos jogadores atuarem. "Tiveram coisas atípicas como a expulsão, que mudou nossa maneira de jogar no final do jogo. Acredito que o juiz foi um pouco rigoroso", ressaltou.

O atacante Júnior de Barros foi excluído da partida aos 24 minutos do segundo tempo. O jogador seria substituído por Zé Paulo e caiu no gramado. O árbitro entendeu que o atacante simulou contusão para retardar o andamento da partida, o que motivou a expulsão.

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