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Paranaense

Willian celebra sequência inédita no time titular do Coritiba

Volante afirma se espelhar em Leandro Donizete, jogador que ele substitui, para conquistar regularidade dentro de campo

Há 12 anos no Coritiba, Willian se espelha em Leandro Donizete, Pachequinho e Krüger | Antonio More / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Há 12 anos no Coritiba, Willian se espelha em Leandro Donizete, Pachequinho e Krüger (Foto: Antonio More / Agência de Notícias Gazeta do Povo)

Presença constante no time titular do Coritiba nas últimas partidas, depois da lesão de Leandro Donizete, o volante Willian afirmou, em entrevista à rádio Transamérica na manhã desta quinta-feira (24), estar satisfeito com a sequência de jogos inédita na carreira profissional, ciente da responsabilidade que é substituir um ídolo da torcida.

"Estou muito o muito feliz, pois estou no profissional há 4 anos e nunca tive sequência como tive neste ano. Substituir o Donizete não é fácil. É uma grande responsabilidade fazer isso dentro e fora de campo", disse o volante.

Willian revelou um aspecto de Leandro Donizete, jogador tímido nas entrevistas, fora de campo. "Eu sou brincalhão, mas ele é terrível. Atenta todo mundo. Quando ele não está relacionado, o CT vira um silêncio. É muito importante ter um grupo descontraído", afirmou.

O espelho para Willian está dentro do elenco: é Leandro Donizete, justamente o jogador que é substituído. "Dos que eu vi jogar no Coritiba, meu ídolo é o Donizete. Na minha adaptação importante ficar observando. Foi ficar olhando o Donizete jogar para aprender, pois ele tem uma regularidade incrível. Na história, admiro o Pachequinho, e o (Dirceu) Krüger, que não são da minha função, mas são símbolos", explicou.

Cria do Malutrom

O volante Willian, de 21 anos, começou o caminho de atleta no futebol de areia e fez a transição para o campo no então Malutrom, atual Corinthians Paranaense. A extinção da categoria que o jogador atuava no clube o colocou no caminho do Coritiba. "Fiquei um ano e meio no Malutrom e aí acabou o pré-mirim, pois cortaram custos. Eu tinha de 9 para 10 anos. Para não perder jogadores, eles fizeram amistosos contra Coritiba e Paraná. Na época, o Atlético não tinha essa categoria. O Coritiba me chamou para duas semanas de avaliação com os professores Miro e Aramis e eu acabei ficando", contou.

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