O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca o falso patriotismo de Lula após mais um fiasco diante dos EUA.
O Congresso Nacional entra em recesso nesta sexta-feira (17) e deixará pelo caminho pelo menos duas pautas consideradas estratégicas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a sua tentativa de reeleição em outubro: o fim da escala 6x1 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Estas são duas propostas que o petista levantará como bandeira durante a campanha eleitoral, e que dependerão da boa vontade do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) para serem votadas.
Alcolumbre está rompido com o governo desde que Lula indicou ou advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). Desde então, o senador tem promovido uma forte retaliação e pautado projetos contrários ao Planalto, entre eles a pauta-bomba da aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias.
Já as pautas que o governo precisa ver aprovadas antes do início da campanha eleitoral seguem em compasso de espera sob forte protesto da esquerda, de aliados de Lula e do próprio presidente que, não raramente em seus discursos, cobra a votação pelos senadores.
China diz que acusações de Trump de interferência eleitoral nos EUA são “completa falsidade”
O regime da China disse nesta sexta-feira (17) que as acusações de interferência eleitoral nos Estados Unidos feitas pelo presidente Donald Trump são uma “completa falsidade”.
Em pronunciamento à nação na noite de quinta-feira (16), o mandatário republicano alegou vulnerabilidades no sistema eleitoral americano e disse que a China teria influenciado a eleição de 2020, na qual Trump foi derrotado pelo democrata Joe Biden.
“Ao longo de vários anos, começando durante o ciclo eleitoral de 2020, a República Popular da China realizou o que se acredita ser a maior violação de dados eleitorais da história, resultando na obtenção ilícita, por parte da China, de registros de 220 milhões de eleitores americanos”, disse o presidente americano.
Radicalismo feminista ajuda a travar PL da Misoginia na Câmara
O radicalismo de grupos e parlamentares feministas acabou colaborando para o adiamento da votação do PL da Misoginia (PL 896/2023), que agora poderá ser pautado apenas depois do recesso parlamentar – e talvez fique para depois das eleições.
A proposta chegou a ter o regime de urgência aprovado por 293 votos a 158 no início do mês, mas perdeu força à medida que seu conteúdo passou a ser mais conhecido e movimentos contrários começaram a pressionar os deputados.
Além de não haver recuo em pontos que despertavam preocupação entre evangélicos, conservadores e defensores da liberdade de expressão, declarações de apoiadoras do projeto nos dias anteriores à possível votação ampliaram a resistência. Falas da primeira-dama Janja da Silva e da relatora Tabata Amaral (PSB-SP), além de uma emenda apresentada por Erika Hilton (PSOL-SP), foram mostradas pela oposição como exemplos de que o conceito de misoginia poderia alcançar críticas políticas, piadas, pregações religiosas e até gírias usadas por crianças.
O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.



