Hannah Mouncey é atleta trans da seleção australiana feminina de handebol. Será que é preciso dizer quem é ela na foto?| Foto: Reprodução/ Twitter
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Uma das primeiras coisas que Joe Biden promete fazer como presidente é acabar com os esportes femininos. É ridículo tornar isso uma prioridade, mas o ex-vice de Obama insiste — como a maioria dos progressistas — que “a igualdade trans é o maior problema dos direitos civis da nossa época”. Tudo muito justo, argumenta Biden. Mas será que é mesmo? Uma nova pesquisa do British Journal of Sports diz que não.

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Esse foi um dos debates mais acalorados do ano passado – nos ringues de boxe, nos comitês olímpicos e até nas pistas de atletismo das escolas. Meninos biológicos devem competir com meninas em nome da inclusão? Pessoas de todo o espectro políticos concordam que não.

Numa coalizão improvável, ativistas LGBT se juntaram a mães e conservadores para lutar contra a competição desleal. Grupos como o Save Women’s Sports surgiram, trabalhando com os legislativos estaduais, como em Idaho, para manter os gêneros separados. “Acreditamos que todos deveriam ter a oportunidade de competir, mas a paridade atlética para as mulheres exige que os esportes femininos sejam reservados a mulheres biológicas”.

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A ciência lhes dá apoio. Num estudo que até mesmo a rede progressista NBC teve de noticiar, o dr. Timothy Roberts descobriu  que homens que se submetem à transição de gênero continuam tendo vantagem competitiva. “Em um ano”, intervalo geralmente usado por organizações como os comitês olímpicos, “as mulheres trans, em média, ainda têm vantagem”, disse ele.

Roberts fez essas descobertas ao estudar militares da Força Aérea que estavam passando pela transição. Depois de meses de hormônios e outros tratamentos, os homens em transição ainda eram capazes de fazer mais flexões e correr mais rápido do que as mulheres.

Claro que estar nas Forças Armadas não é o mesmo que estar na Olimpíada, mas “é uma situação comparável, na qual você tem pessoas dando o máximo para manter ou melhorar suas habilidades”.

Naturalmente, outros médicos e pesquisadores se sentiram impelidos a criticar o estudo, argumentando que ele tem limitações que não deveriam ser aplicadas ao debate sobre o esporte feminino. Mas a realidade é que médicas como a dra. Michelle Cretella dizem há anos que homens e mulheres têm diferenças genéticas profundas que a medicina não é capaz de mudar.

“Homens e mulheres têm, no mínimo, 6.500 diferenças genéticas. E isso impacta todas as células do corpo – nossos órgãos, como as doenças se manifestam, como fazemos diagnósticos e até os tratamentos”.

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Ainda assim, a National Collegiate Athletic Association se juntou ao Comitê Olímpico Internacional para menosprezar essas disparidades.

Por sorte, a maioria dos norte-americanos é capaz de driblar o politicamente correto e recorrer ao bom senso. Numa pesquisa realizada no ano passado em 10 estados, 75% dos eleitores se disseram contrários à presença de atletas trans nos esportes.

“Acho que obtivemos avanços alertando o país sobre o que está acontecendo. E acho que é uma questão de bom senso, a ponto de deixar as pessoas se perguntando ‘por que estamos tendo essa discussão?’”, disse Doreen Denny, da Women for America.

Mas estamos discutindo isso por causa de progressistas radicais como Biden e a vice-presidente Kamala Harris — duas pessoas que farão de tudo para demolir a ciência, a moralidade e a história humana, se tiverem a oportunidade.

E cabe a nós – os corajosos que lutamos pela verdade – nos levantarmos e nos manifestarmos.

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Tony Perkins é presidente do Family Research Council.

Infográficos Gazeta do Povo[Clique para ampliar]
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© 2021 The Daily Signal. Publicado com permissão. Original em inglês 
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